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Rússia lança 161 drones; Zelensky alerta para novo ataque em massa - IRÃ faz discurso duro na ONU

Ataques russos com drones contra a Ucrânia e alerta de Zelensky sobre uma possível nova ofensiva em massa

Rússia lança 161 drones e Zelensky alerta para novo ataque em massa

Autoridades ucranianas relataram mortos e feridos em diferentes regiões após ataques russos. A Força Aérea da Ucrânia afirmou que Moscou lançou 161 drones de ataque, enquanto Volodymyr Zelensky disse que informações de inteligência apontam para a preparação de uma nova ofensiva em larga escala. Na ONU, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian respondeu às ameaças de Donald Trump, e a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos ocorre em meio a divergências sobre comércio, tecnologia, Irã e Taiwan.

Resumo

O vídeo aborda três frentes da política internacional: os ataques russos contra a Ucrânia e o alerta de Zelensky sobre uma possível nova ofensiva; as respostas das autoridades iranianas às declarações de Trump e o discurso de Pezeshkian na Assembleia Geral da ONU; e a reunião entre Trump e Xi Jinping, marcada por disputas comerciais e diferenças sobre Taiwan, tecnologia e Irã.

Ataques russos deixam mortos e feridos na Ucrânia

Autoridades locais ucranianas disseram que pelo menos dez pessoas morreram e outras 53 ficaram feridas em ataques russos ocorridos entre o dia anterior e o dia da publicação do vídeo. Uma locomotiva a diesel também foi atingida no oeste da Ucrânia, perto da fronteira com a Polônia.

Na região de Odessa, o governador Oleh Kiper afirmou que instalações portuárias e civis foram atacadas. Entre os alvos, segundo ele, estava um navio cargueiro comercial com bandeira de Antígua e Barbuda. O ataque provocou um incêndio e matou o capitão, que era ucraniano. O restante da tripulação foi retirado da embarcação.

Kiper também disse que armazéns com medicamentos, artigos domésticos e alimentos foram atingidos duas vezes. Os bombeiros levaram várias horas para apagar o incêndio.

Em Donetsk, o governador Vadym Filashkin informou que ataques russos em diferentes pontos da região mataram quatro pessoas e feriram dez nas 24 horas anteriores. Em Kherson, o governador Oleksandr Prokudin relatou duas mortes e oito feridos.

Na região de Kharkiv, o governador Oleh Syniehubov disse que a cidade de Kharkiv e áreas vizinhas foram atacadas. Uma pessoa morreu e outras 13 ficaram feridas, segundo o relato apresentado no vídeo.

Na região de Kyiv, Tymur Tkachenko, chefe da administração regional, afirmou que os ataques do último dia danificaram 18 instalações e feriram três pessoas, incluindo um homem de 76 anos.

Na cidade de Kiev, autoridades locais disseram que drones russos mataram uma pessoa, feriram pelo menos outras sete e danificaram armazéns e postos de gasolina nas primeiras horas do dia. Em Zaporizhzhia, no sudeste do país, um ataque russo contra um shopping center deixou uma pessoa morta e duas feridas.

Ucrânia relata 161 drones e Zelensky alerta para nova ofensiva

A Força Aérea ucraniana afirmou que as forças russas lançaram 161 drones de ataque ao longo do último dia. Entre eles, estavam drones do tipo Shahed, incluindo versões a jato, além de drones de isca identificados como Gebera, Parodiya e Banderol.

De acordo com a Força Aérea da Ucrânia, as defesas do país derrubaram ou neutralizaram 119 drones. A instituição também informou que houve ataques em 18 locais e que destroços de drones abatidos caíram em oito pontos.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse que a Ucrânia recebeu informações de inteligência indicando que a Rússia prepara um novo ataque em massa. Ele fez a declaração depois de uma reunião sobre segurança e apoio à defesa aérea com o primeiro-ministro britânico Andy Burnham, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. No relato apresentado no vídeo, Zelensky não divulgou detalhes sobre a possível ofensiva nem sobre os relatórios de inteligência.

Os ataques continuaram na manhã seguinte. Autoridades locais disseram que drones russos caíram em dois distritos de Kiev, próximos à Estação Central. O prefeito Vitali Klitschko afirmou que, até as 13h37, duas pessoas haviam morrido e pelo menos outras 25 estavam feridas. Segundo ele, 17 feridos recebiam atendimento em hospitais da cidade.

O que afirma o Ministério da Defesa russo

O Ministério da Defesa da Rússia apresentou sua própria versão das operações realizadas nas 24 horas anteriores. Segundo o órgão, tropas russas usaram drones em ataques conjuntos contra instalações da indústria de defesa e do setor de energia da Ucrânia, centros de logística e embarcações que, de acordo com Moscou, eram utilizadas pelo Exército ucraniano.

O ministério afirmou que suas forças atacaram, em Kiev, um armazém com materiais destinados à produção de drones. Na região de Kyiv, segundo a mesma versão, outro alvo foi a empresa industrial Tukans LLC, situada no assentamento de Vishnevoye e responsável, de acordo com os militares russos, pela fabricação de componentes para drones.

Ainda conforme o Ministério da Defesa russo, três centros logísticos em Odessa eram usados para armazenar e distribuir cargas militares e de dupla utilização destinadas às forças ucranianas. O órgão também afirmou ter atacado um depósito de componentes para drones em Mirnoye, na região de Odessa, e atingido um navio cargueiro que transportava suprimentos militares para o porto da cidade.

Forças Armadas iranianas respondem às declarações de Trump

O Estado-Maior das Forças Armadas iranianas e o Quartel-General Central de Khatam al-Anbya divulgaram uma resposta ao discurso de Donald Trump na ONU. Em comunicado, as instituições disseram que as declarações hostis e as ameaças repetidas contra o Irã, feitas na tribuna das Nações Unidas, serviriam à propaganda destinada ao público interno dos Estados Unidos e não refletiriam a realidade iraniana.

Na avaliação expressa no comunicado, Trump teria usado a tribuna para tentar legitimar agressões, estimular a insegurança e defender o que os militares iranianos chamaram de “banditismo global”. O texto também afirmou que as declarações revelariam um impasse estratégico dos Estados Unidos em sua agressão contra o Irã.

Segundo o comunicado, repetir alegações e ameaças que os militares iranianos consideram infundadas não demonstraria força. O texto descreveu essa retórica como sinal de “desespero estratégico”, relacionando-a ao que chamou de exaustão das Forças Armadas dos Estados Unidos.

As instituições iranianas apresentaram o Irã como um pilar de segurança regional, especialmente para o livre comércio internacional. Em contraste, descreveram a presença americana no Oriente Médio como ilegítima, ilegal e agressiva, além de uma fonte de ameaça e instabilidade. Também acusaram os Estados Unidos de manter a economia global como refém para compensar fracassos em ações contra o Irã e em atos que o comunicado classificou como pirataria marítima.

Os militares iranianos acrescentaram que a retórica de Trump não mudaria o cálculo de poder nem compensaria, na visão deles, a perda de posição dos Estados Unidos na nova ordem mundial. O comunicado também atribuiu ao país derrotas na guerra contra o Irã e a Frente de Resistência.

O texto afirmou que as Forças Armadas iranianas estariam preparadas para desferir golpes “mais severos, devastadores e imprevisíveis” contra agressores e líderes dos Estados Unidos e do que o comunicado chamou de “regime sionista”. A declaração relacionou essa preparação às lições dos oito anos da chamada Defesa Sagrada e de conflitos posteriores.

O comunicado apresentou a ameaça como resposta à retórica americana e às mortes do imam que chamou de mártir da Ummah, das crianças de Minab e Lamerd e de outras pessoas homenageadas no texto como mártires. Também afirmou que o presidente iraniano levaria à Assembleia Geral da ONU a mensagem da população e das Forças Armadas do país.

O comandante das Forças Terrestres da Guarda Revolucionária Islâmica, brigadeiro-general Mohammad Karami, declarou que o Irã não recuaria diante de seus inimigos e que o futuro pertenceria ao povo iraniano. Ele publicou a mensagem nas redes sociais após visitar bases militares no noroeste do país.

Karami afirmou que o Irã não cederia, assim como, segundo ele, não cedeu durante os oito anos de guerra contra o regime Baath que governava o Iraque na década de 1980.

Pezeshkian confronta Trump no plenário da ONU

O presidente iraniano Masoud Pezeshkian discursou na Assembleia Geral da ONU. Durante a resposta às declarações de Trump, a delegação dos Estados Unidos deixou o plenário.

Pezeshkian disse que a guerra foi imposta ao Irã, mas afirmou que o país continuaria a se defender e não evitaria negociações voltadas à paz. Em seu discurso, declarou:

“A guerra nos foi imposta, mas provamos que não tememos a guerra para nos defendermos, nem nos esquivamos da negociação pela paz, e estamos prontos para dar nossas vidas para defender o amado Irã”.

Sem mencionar Trump pelo nome, mas respondendo diretamente às suas declarações, Pezeshkian contestou a caracterização do Irã como país terrorista, feita pelo presidente americano no dia anterior. O presidente iraniano afirmou que os iranianos seriam vítimas do terrorismo e mostrou fotografias durante o discurso.

Pezeshkian disse que o líder de seu país havia sido assassinado sem justificativa legal e que uma escola fora bombardeada. Ao mostrar imagens das crianças de Minab, acusou Israel e os Estados Unidos de terem matado crianças que, segundo ele, não haviam cometido nenhum delito.

O presidente também falou sobre Lamerd, cidade que descreveu como pequena. Segundo seu relato, crianças praticavam esportes em um ginásio quando os Estados Unidos bombardearam o local com bombas de fragmentação. Ele acusou os ataques de terem matado cientistas, outras pessoas, mulheres e crianças. Também afirmou que aqueles que praticam e ensinam o terrorismo chamam o Irã de terrorista, enquanto os iranianos, em sua versão, apenas se defenderam.

Pezeshkian afirmou que Estados Unidos e Israel usaram armamentos militares modernos contra o Irã e acusou os dois países de terem atacado escolas, hospitais, centros científicos, pontes e outras estruturas. Na avaliação apresentada pelo presidente iraniano, esses ataques violariam o direito internacional. Ele disse que a população iraniana defendeu o país e não se curvou, e que o Irã respondeu sem atingir civis.

“A bomba atômica está em Israel, mas os inspetores estão no Irã”

Ao abordar o tema da sessão, “Reconstruindo a Confiança”, Pezeshkian afirmou que a confiança não poderia ser construída apenas com palavras e pediu o abandono do que chamou de dois pesos e duas medidas.

Ele disse que Israel possui a bomba atômica e outras armas de destruição em massa, enquanto o Irã precisa se submeter a inspeções. Também acusou Israel de ter matado 70 mil pessoas em Gaza e afirmou que o Irã foi bombardeado enquanto negociava.

Pezeshkian acrescentou que Israel não teria assinado o Tratado de Não Proliferação Nuclear nem permitido a entrada de inspetores nos territórios ocupados, mas receberia bilhões de dólares em armas e poderia bombardear outras capitais sem ser punido.

“A bomba atômica está em Israel, mas os inspetores estão no Irã!”

O presidente iraniano afirmou que Israel mata enquanto o Irã sofre sanções. Defendeu que aliados e rivais sejam julgados pelos mesmos critérios e que os direitos humanos não se tornem instrumentos de disputa entre países. Disse que o Irã não pede privilégios, mas igualdade de direitos e o cumprimento das responsabilidades associadas a eles.

Pezeshkian argumentou que a história do Irã ensinou ao país que o mundo é perigoso para quem não tem poder, mas que um mundo governado somente pela força seria ainda mais perigoso. Segundo ele, se as nações perderem a confiança umas nas outras, nem os exércitos mais fortes garantirão segurança duradoura.

Ele também advertiu que, se as potências aplicarem o direito internacional apenas quando lhes convém, mais países poderão concluir que precisam depender da própria força para se proteger. Na avaliação do presidente iraniano, isso tornaria o mundo mais perigoso para todos.

Pezeshkian disse que o século XXI não deveria voltar a ser governado pela força ou por homens fortes. Rejeitou um cenário em que o poder militar substitua a legitimidade, as sanções tomem o lugar da diplomacia, os assassinatos substituam a política e a guerra ocupe o espaço do diálogo.

O presidente afirmou que o Irã preservaria sua força e se defenderia, mas não queria transformar suas feridas em ódio nem deixar a guerra como herança para seus filhos. Também ofereceu cooperação a outros países e disse que o Irã pede paz e justiça, não outra guerra.

Segundo Pezeshkian, nenhum país da região estará seguro sozinho: ou todos constroem a segurança juntos, ou todos enfrentarão a insegurança. Ao voltar às ameaças feitas por Trump, ele disse que o discurso do presidente americano na Assembleia Geral demonstrou intimidação e uma lógica baseada na força, além de violar a Carta da ONU.

Pezeshkian afirmou que as ameaças uniriam ainda mais os iranianos e fortaleceriam a resistência do país. Disse que o Irã não se curvaria à força, que os agressores se arrependeriam e que o país continuava aberto ao diálogo, desde que não fosse tratado com ameaças.

Trump recebe Xi em meio a divergências entre Estados Unidos e China

Donald Trump recebe Xi Jinping em Washington para uma visita de três dias. A reunião deve tratar das tensões entre Estados Unidos e China em comércio, tecnologia e Irã. O programa também inclui uma grande cerimônia oficial.

A visita é a primeira de Xi aos Estados Unidos em quase três anos. A previsão apresentada no vídeo era que Trump recebesse Xi e sua esposa na pista de pouso, quando chegassem à noite a uma base militar em Maryland que abriga o Air Force One.

A agenda inclui um jantar de gala com representantes do setor de tecnologia, uma cerimônia militar na Casa Branca com sobrevoos de jatos e uma visita aos Arquivos Nacionais, onde ficam os exemplares originais da Declaração de Independência e da Constituição dos Estados Unidos.

Apesar das divergências, os dois governos mantiveram a cúpula. Analistas citados no material avaliam que a visita busca transmitir estabilidade entre a maior fábrica do mundo e seu maior consumidor, embora as expectativas de um grande avanço sejam baixas.

A trégua comercial de 11 meses entre os países termina em novembro. As diferenças também continuam em relação a Taiwan, aos narcóticos e aos minerais de terras raras.

Fontes familiarizadas com os preparativos disseram que Xi provavelmente defenderia com firmeza a reivindicação de Pequim sobre Taiwan, tema que Washington preferiria evitar. Trump, por sua vez, deveria manter os controles americanos sobre exportações, apesar das objeções de Xi.

As negociações ainda poderiam resultar em acordos para reduzir tarifas em setores específicos, ampliar a cooperação contra o tráfico de drogas e aumentar o diálogo entre as forças armadas. Segundo fontes citadas no material, Trump também pretendia buscar a libertação de americanos e de outras pessoas detidas na China.

Os dois países poderiam concordar em ampliar conversas sobre inteligência artificial, área em que competem intensamente e cujos riscos crescentes ambos acompanham.

Comércio, economia e disputas políticas

O encontro ocorre em um momento difícil para Trump. Os índices de aprovação do presidente caem à medida que cresce a insatisfação do público americano com a guerra contra o Irã. O Partido Republicano também enfrenta uma perspectiva difícil nas eleições legislativas de novembro.

Xi chega ao encontro em meio à expansão do comércio exterior chinês, embora também enfrente problemas internos. O consumo das famílias permanece fraco e o mercado imobiliário está em retração.

Edgard Kagan, ex-integrante da Casa Branca que trabalha no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, em Washington, comparou as perspectivas dos dois líderes. Segundo Kagan, Trump acredita que, com o tempo, a economia americana crescerá e os Estados Unidos ficarão mais fortes. Xi, de acordo com a avaliação citada, acredita que os Estados Unidos estão em declínio acelerado e que o tempo favorece a China.

A visita também ocorre depois de uma forte expansão do comércio exterior chinês. Ao mesmo tempo, medidas contra a corrupção e ações disciplinares nas Forças Armadas ajudaram Xi a consolidar seu poder, mas também levantaram dúvidas sobre o preparo do Exército de Libertação Popular.

Um novo encontro entre Trump e Xi ainda naquele ano era considerado provável, talvez durante a reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, na China, em novembro, ou nas reuniões do G20 nos Estados Unidos, em dezembro.

Irã e Taiwan entre os pontos de atrito

Entre os assuntos que poderiam criar atrito estavam o Irã, as eleições americanas e Taiwan. Depois de impor tarifas de três dígitos sobre produtos chineses no ano anterior, Trump suavizou sua política e sua retórica em relação à China. Em um pronunciamento em julho, porém, voltou a acusar Pequim de interferir nas eleições americanas. A China nega a acusação.

O Irã também poderia entrar na conversa. Pequim mantém relações próximas com Teerã, mas não estava claro se ajudaria Trump a superar o impasse na guerra. Washington acredita que a China poderia usar sua influência sobre o Irã, embora Trump tenha dito que não via necessidade de pedir ajuda aos chineses.

Segundo o material, a China, maior importadora de petróleo do mundo, ajudou a estabilizar os preços após o início da guerra ao reduzir a demanda e liberar reservas estratégicas. O governo Trump havia prometido impor um “Dia D econômico” aos países que negociam com o Irã, mas suspendeu sanções secundárias contra os principais bancos chineses. A China é o maior parceiro comercial de Teerã.

Xi também deveria pressionar Trump a reduzir as vendas de armas para Taiwan, como teria feito no encontro anterior entre os dois, em Pequim. Em dezembro, o governo Trump aprovou uma venda de armas para Taiwan no valor de 11 bilhões de dólares, descrita no material como a maior já registrada. Um segundo pacote, estimado em cerca de 14 bilhões de dólares, estava suspenso havia meses. Trump chamou esse pacote de “uma ótima moeda de troca”.

A agenda oficial previa um jantar de Estado com dirigentes de empresas importantes para os dois mercados. Entre os nomes citados estavam Tim Cook, da Apple; Jensen Huang, da Nvidia; e Sam Altman, da OpenAI.

Como nos dois encontros anteriores entre Trump e Xi desde 2025, os líderes planejavam uma apresentação pública cuidadosamente preparada. O material não previa entrevista coletiva nem declaração conjunta ao final da visita. Cada país deveria publicar seu próprio comunicado, destacando a mensagem que desejava transmitir ao público interno.

Perguntas frequentes

Quantos drones a Rússia lançou, segundo a Força Aérea ucraniana?

A Força Aérea da Ucrânia afirmou que as forças russas lançaram 161 drones de ataque no último dia mencionado no material, incluindo drones Shahed e versões a jato, além de drones de isca.

O que Zelensky disse sobre um possível novo ataque russo?

Zelensky afirmou que informações de inteligência ucranianas indicavam que a Rússia preparava um novo ataque em massa. Segundo o relato, ele não divulgou detalhes sobre a possível ofensiva nem sobre os relatórios de inteligência.

Qual foi a resposta de Pezeshkian às ameaças de Trump?

Pezeshkian disse que o Irã continuaria a se defender, mas permanecia aberto a negociações de paz, desde que não fosse tratado sob ameaças. Em seu discurso, também criticou o que chamou de aplicação de dois pesos e duas medidas no tratamento do Irã e de Israel.

Quais temas estão no centro da reunião entre Trump e Xi?

O material destaca comércio, tecnologia, Irã e Taiwan, além de temas como tarifas, minerais de terras raras, narcóticos, inteligência artificial e diálogo entre as forças armadas.

Assista à análise completa

O vídeo reúne os relatos sobre os ataques à Ucrânia, as declarações iranianas na ONU e os temas que cercam a reunião entre Donald Trump e Xi Jinping.

Assista ao vídeo completo no canal História em Gotas

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