Enquanto a Ucrânia sofre um ataque mais um ataque com drones e mísseis Iskander-M, e Kiev revida com ataques com mísseis em em Belgorod, deixando duas vítimas fatais, a tensão não para de escalar. Zelensky entra na Treta entre EUA e Irã, e se encontra com Reza Pahlavi da oposição iraniana enquanto a casa Branca se prepara para uma operação no país. Aqui na América, Cuba vive sua maior crise de combustível, e está silenciosamente trocando seus clássicos Chevrolets por veículos elétricos, em uma batalha energética que reflete a pressão dos EUA.
Enquanto a Rússia lança um ataque massivo com drones e mísseis balísticos, arrasando a infraestrutura energética da Ucrânia e deixando milhares no frio e no escuro em Kyiv, Odesa e Dnipro, A Ucrânia responde com seus próprios drones, atingindo fábricas militares e instalações de defesa em território russo. Em meio a tudo isso, Moscou divulga seu balanço de guerra, afirmando avanços e destruição de equipamentos, enquanto a ajuda militar dos Estados Unidos à Ucrânia despenca 99% em 2025, forçando a Europa a comprar de Washington para manter a ajuda. E não para por aí: a diplomacia nuclear entre os EUA e o Irã mostra sinais de flexibilidade, mas a tensão no Oriente Médio persiste. Na América do Sul, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, escapa por pouco de um atentado, levantando suspeitas e agitando o cenário político.