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Mostrando postagens com o rótulo 2011 1º ano 4º bimestre

Brasil Colônia, Política Externa e PND - Questões Comentadas

Brasil Colônia, Política externa e II PND do governo Geisel. Você domina esses assuntos? Que tal estudá-los por intermédio dessas questões comentadas? Bons estudos, Professor Arão Alves     

2º Império: Trabalho, Exército, Igreja e crise

O desenvolvimento capitalista, consolidado com a Revolução Industrial Inglesa, ampliou o mercado consumidor de gêneros industrializados , multiplicando as pressões para se pôr fim à escravidão, considerada um entrave ao crescimento capitalista. A sua extinção poderia significar o redirecionamento de capitais gastos com a compra de cativos para a de produtos industrializados, como também o mercado consumidor poderia ser ampliado pela substituição da mão-de-obra escrava pela assalariada. Ao condenar o tráfico de africanos, os britânicos desejavam, também, preservar, na África, a mão-de-obra necessária aos empreendimentos  que então estavam iniciando nesse continente. Até o início do século XIX, não se questionavam as más condições de vida dos escravos em toda América, tampouco se criticava a ordem escravista. Para os brancos, era natural que os negros não tivessem liberdade ou que fossem submetidos ao trabalho excessivo e até a maus tratos. Essa visão foi alterada pela Revolução ...

O Brasil Imperial - Tv Escola

Uma série de videos que aborda, de forma extremamente agradável, eventos da História do Império brasileiro. Acho uma ótima opção para aqueles alunos que precisam aprofundar o conhecimento acerca do período imperial, pois creio que, ao assistir aos vídeos, o aluno poderá complementar a leitura dos textos. Bons estudos.  Professor Arão Alves

Video aula sobre a revolução industrial

Obs: Em relação a definição do pensamento de David Ricardo não podemos concluir que o economista defendia o salário mínimo. Podemos afirmar que ele, como membro da escola liberal, tinha como pressuposto a harmonia do mercado através das leis naturais. Suas pesquisas possibilitaram que ele desenvolvesse uma teoria que ficou conhecida como a "Lei Férrea dos Sálários" Segundo essa lei, o valor do salário do trabalhador era sempre igual ao valor mínimo necessário á subsistência do trabalhador, ou seja era a própria dinâmica do mercado que determinava a remuneração do trabalho. Para o economista em períodos quando os salários eram superiores a necessidade mínima do trabalhador havia uma melhora nas condições de saúde, impulsionando, assim, a queda da taxa de mortalidade e o crescimento da taxa de natalidade. O aumento populacional proporcionado causaria o excesso de mão de obra e consequentemente diminuiria o valor dos salários trazendo-os para a faixa natural. Foram os sociali...

video aula sobre o Iluminismo

Obs: pequeno comentário sobre os clássicos. A partir do século XVII, as teorias mercantilistas já vinham sofrendo grandes críticas; willian Petty ( 1623- 1683 ), por exemplo, apontava que a riqueza provinha do trabalho, e não do comércio. Os fisiocratas, como vimos, colocavam os bens materiais como a fonte de riquezas: estes eram extraídos do solo, mediante o cultivo. assim, somente da agricultura poderia provir o excedente que seria distribuído entre as demais classes da sociedade. A partir de Adam Smith surgiu a denominada "concepção Clássica da economia" também chamada de Escola Clássica. Em sua obra mais famosa, "A Riqueza das Nações", publicada em 1776, Smith aponta que a riqueza  é constituida pelos valores de uso. O que determina a riqueza de uma nação é a soma total de sua produção. Uma das análises mais profundas de Smith se dá quando ele distingue qual é, verdadeiramente, o fundamento do valor de troca. Esse fundamento não está na utilidade da mercadori...

Doratioto, Francisco - Guerra do Paraguai

Segunda-feira, Julho 25, 2011 Entrevista com o professor Francisco Doratioto Fonte: Radio Brasil Atual Marilú Cabañas: Dentro da série “Quem Tem Medo da Guerra do Paraguai”, conversamos com historiadores que publicaram livros entre os anos 1960 e 1980, sobre o conflito mais sangrento da América do Sul, que envolveu de um lado Brasil, Argentina e o Uruguai e de outro o Paraguai. Ouvimos o argentino León Pomer, autor do livro “A Guerra do Paraguai - Grande negócio”, e o brasileiro Júlio José Chiavenato que escreveu “Genocídio Americano - A Guerra do Paraguai”. Os dois apontam que a Inglaterra teria apoiado os países aliados contra o Paraguai. Hoje o nosso diretor de jornalismo, Oswaldo Luiz Colibri Vitta, e eu vamos conversar com o historiador Francisco Doratioto, mestre e doutor em História das Relações Internacionais, pela Universidade de Brasília, professor da UNB, membro do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais, membro correspondente da ...