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Guerra Irã x EUA e Israel HOJE (25/03/2026): impactos globais, petróleo e crise econômica - Clipping de Geopolítica


Conflitos e Guerra

1. Iran e Israel trocam ataques e 15‑pontos de paz continuam sem aceitação

Fonte: Reuters – Iran’s military rejects Trump’s talk of negotiation; Israel and Iran launch airstrikes

 (25 mar 2026)

Resumo: O dia foi marcado por intensa troca de mísseis entre Irã e Israel. Um porta‑voz militar iraniano ridicularizou a afirmação de Donald Trump de que havia negociações de paz, dizendo que os EUA “negociam consigo mesmos”. A reportagem descreve que Washington teria enviado a Teerã um plano de 15 pontos que prevê o desmantelamento do programa nuclear iraniano, a limitação de mísseis balísticos e a reabertura do Estreito de Ormuz. Israel continuou bombardeando instalações civis e militares em Teerã e Tabriz, enquanto o Irã lançou mísseis contra Tel Aviv, Haifa e bases dos EUA na região. O estrangulamento do Estreito de Ormuz causou o maior choque de energia da história; a Agência Internacional de Energia (AIE) liberou 400 milhões de barris das reservas estratégicas. O artigo destaca que países asiáticos correm risco de escassez, pois 80 % do petróleo que utilizam passa pelo estreito. Paquistão ofereceu sediar conversações e Washington prepara o envio de milhares de militares da 82ª Divisão Aerotransportada.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: não há nota de correção. O artigo especifica que foi atualizado para incluir declarações posteriores de autoridades iranianas.

2. Porta‑voz iraniano diz que EUA “negociam consigo mesmos”

Fonte: Reuters – Iran military spokesperson says US is negotiating with itself

 (25 mar 2026)

Resumo: Em coletiva em Teerã, Ebrahim Zolfaqari afirmou que não há qualquer diálogo com Washington e que “gente como nós nunca vai se entender com gente como vocês”. Ele ironizou a proposta de Trump, um plano de 15 pontos enviado através de mediadores, e disse que os preços de energia e investimentos ocidentais não voltarão ao normal enquanto os EUA não reconhecerem que a estabilidade regional é garantida pela Guarda Revolucionária do Irã. O comentário reforça a postura de Teerã de que não cederá a exigências sobre programa nuclear ou apoio a grupos aliados. A nota repete que o Irã encara o bloqueio do Estreito de Ormuz como legítima defesa.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: sem atualizações posteriores.

3. Especialistas alertam: proteger o Estreito de Ormuz é muito mais difícil que o Mar Vermelho

Fonte: Reuters – Western powers were unable to secure shipping in the Red Sea. Protecting Hormuz will be harder

 (25 mar 2026)

Resumo: Análise mostra que, após a missão de proteger o Mar Vermelho ter custado mais de US$ 1 bilhão e falhado em restaurar a segurança, patrulhar o Estreito de Ormuz será ainda mais complexo. O estreito responde por um quinto do petróleo e do gás liquefeito transportado no mundo. Entrevistas com especialistas indicam que o Irã possui drones, mísseis, minas e uma costa montanhosa capaz de dificultar comboios; um destróier não consegue ao mesmo tempo varrer minas, interceptar drones e lidar com interferência de GPS. Seriam necessários meses de escoltas com vários navios e caças. A reportagem observa que países do Conselho de Segurança da ONU discutem autorizar o uso da força para proteger navios, enquanto o presidente Trump alterna entre prometer escoltas pela Marinha e sugerir que outras nações assumam essa tarefa. O preço do petróleo continua elevado, e existe o risco de nova escalada se navios civis forem atacados.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: texto atualizado para incluir propostas apresentadas no Conselho de Segurança.


4. Navegando sob fogo: navio petroleiro tailandês cruza Ormuz após negociações

Fonte: Reuters – Thai tanker safely transits the Strait of Hormuz after talks

 (25 mar 2026)

Resumo: Um navio petroleiro da Bangchak Corp conseguiu atravessar o Estreito de Ormuz depois de intensas negociações entre o ministro das Relações Exteriores da Tailândia e o embaixador iraniano. O governo declarou que não pagou resgate e que outra embarcação aguarda autorização para zarpar. A guerra no Golfo tem provocado filas em postos de combustível na Tailândia e aumento de preços, embora o país ainda tenha reservas para algumas semanas. Duas semanas antes, um petroleiro tailandês fora atacado; tripulantes continuam desaparecidos. A notícia evidencia como a crise energética global afeta países distantes e revela a necessidade de diálogos bilaterais para proteger embarcações civis.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: não há menção a atualizações. A matéria salienta que um segundo navio aguarda escolta.

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5. Taiwan teme que China explore distração dos EUA


Fonte: Reuters – Taiwan wary of China exploiting U.S. distraction over Iran war

 (25 mar 2026)


Resumo: Autoridades de Taiwan acreditam que Pequim pode aproveitar a atenção dos EUA voltada para o Oriente Médio. Após uma pausa durante a posse de Donald Trump, aviões de combate chineses voltaram a violar a zona aérea da ilha em 14 e 15 de março. Taiwan alerta que a mídia estatal chinesa conduz “guerra cognitiva” ao afirmar que a crise energética americana revela fraqueza e que os radares taiwaneses seriam alvos fáceis de ataques saturados. Analistas taiwaneses sugerem que o conflito permite à China observar o desempenho do F‑35 dos EUA e planejar suas próprias estratégias. O governo taiwanês pressiona por aumento no orçamento de defesa e teme que a redução de porta‑aviões americanos no Pacífico aumente a vulnerabilidade. Washington, porém, insiste que pode lidar simultaneamente com ameaças globais.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: a matéria não indica atualizações posteriores.

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6. Conflito dia 26: ataques, diplomacia e crise humanitária


Fonte: Al Jazeera – US-Israel war on Iran: What’s happening on day 26

 (25 mar 2026)


Resumo: O resumo da Al Jazeera traz um panorama de sexta-feira. Em Teerã, ataques aéreos dos EUA e Israel atingiram o sul da cidade, matando 12 pessoas e destruindo edifícios; Trump afirmou ter um “presente muito grande” e enviou um plano de 15 pontos, mas autoridades iranianas negam negociações. No Golfo, um drone incendiou um tanque de combustível no aeroporto de Kuwait; Arábia Saudita interceptou mísseis e drones, enquanto no Bahrein as explosões causaram mortes. Nos EUA, a Casa Branca afirmou que rumores sobre reuniões não deveriam ser tomados como fatos; Trump planeja enviar 3 000 soldados para o Oriente Médio. Israel prepara uma zona de segurança de 30 km no sul do Líbano e continua bombardeando territórios de Hezbollah; no Iraque, paramilitares atacam bases norte‑americanas. O artigo destaca a crise energética: países asiáticos sofrem com racionamento, Sri Lanka desligou luzes e o presidente das Filipinas declarou estado de emergência energética.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: atualização para incluir declarações da Casa Branca sobre as negociações e novas vítimas nos ataques.

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7. “Os EUA conversam sozinhos”, diz Irã em meio a confusão diplomática


Fonte: Al Jazeera – US talking to itself, says Iran as Trump claims wheels of diplomacy turning

 (25 mar 2026)


Resumo: O governo iraniano voltou a negar qualquer contato com Washington. O ministro das Relações Exteriores, Hossein Amir‑Abdollahian, e o porta‑voz militar Ebrahim Zolfaqari ironizaram Trump, dizendo que os EUA “negociam com eles mesmos” e que a “campanha de 15 pontos” não passou de boatos. A reportagem descreve que o suposto plano incluiria o desmantelamento de instalações nucleares, limites para programas de mísseis, redução do apoio a grupos armados e reabertura do Estreito de Ormuz em troca de alívio de sanções e assistência dos EUA. Porém, enquanto as declarações circulavam, mísseis iranianos atingiam cidades israelenses e Israel destruía infraestrutura em Teerã. O Pentágono prepara o envio de pelo menos 1 000 soldados adicionais da 82ª Divisão Aerotransportada. Especialistas apontam que a diplomacia e a escalada militar ocorrem em paralelo, e que uma solução negociada parece distante.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: nenhuma atualização listada; o texto ressalta que informações sobre negociações permanecem confusas.

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8. Estados do Golfo denunciam ataques iranianos à ONU


Fonte: Reuters – Iranian strikes pose ‘existential threat’, Gulf states tell UN

 (25 mar 2026)


Resumo: Em sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Kuwait, Arábia Saudita, Emirados, Catar e Bahrein afirmaram que os ataques de drones e mísseis do Irã contra aeroportos, instalações de energia e navios constituem uma “ameaça existencial”. Representantes pedem resolução condenando o Irã e exigindo reparações. O alto comissário de direitos humanos, Volker Türk, alertou que os bombardeios deliberados a civis podem configurar crimes de guerra e apelou por um cessar‑fogo imediato. O Irã respondeu dizendo que mais de 1 500 civis morreram nos ataques dos EUA e de Israel e que age em legítima defesa, “em nome de todos os povos contra um inimigo incontrolável”. Uma votação sobre a moção acontecerá nos próximos dias.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: matéria atualizada para incluir discursos de representantes iranianos.

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Política Internacional

9. Cuba recebe combustível russo como ajuda humanitária em meio a sanções


Fonte: Reuters – Russia says it supplies fuel to Cuba as humanitarian aid

 (25 mar 2026)


Resumo: O ministro de Energia russo, Sergei Tsivilev, declarou que Moscou está enviando combustível a Cuba como ajuda humanitária depois de as sanções dos EUA impedirem navios de países como Cuba, Coreia do Norte e Crimeia de participarem das transações. Havana enfrenta apagões severos e recebeu apenas dois navios petroleiros este ano; um navio que se dirigia a Cuba mudou de rota devido ao embargo norte‑americano. A Rússia afirma que o fornecimento visa aliviar a crise energética cubana e não quebra o bloqueio. A reportagem lembra que Washington endureceu as regras de isenção para o fornecimento de petróleo, o que impactou diretamente países sob sanções secundárias.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: sem atualizações registradas.

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10. Quênia fecha acordo comercial com a China; negocia tratado separado com EUA


Fonte: Reuters – Kenya says it has finalised trade deal negotiations with China

 (25 mar 2026)


Resumo: O presidente do Quênia, William Ruto, anunciou que as negociações de um acordo bilateral com a China foram concluídas, garantindo acesso isento de tarifas para 98 % das exportações quenianas. A aproximação ocorre enquanto o país também negocia um acordo comercial com o governo de Donald Trump nos EUA. Ruto defendeu o equilíbrio das relações, afirmando que precisa exportar mais para a China para reduzir o déficit comercial. O texto aponta que o Quênia tem fortalecido laços com Pequim desde 2025, quando uma visita de Estado resultou em acordos de financiamento e cooperação. O presidente destacou que a economia queniana permanece resiliente apesar da crise global, com inflação e xelim estáveis e investimento estrangeiro direto superando US$ 2 bilhões em 2025.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: sem alterações identificadas.

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11. Irã prende 466 pessoas por atividades on‑line anti‑governo


Fonte: Reuters – Iran arrests 466 people accused of online activity undermining national security

 (25 mar 2026)


Resumo: A polícia iraniana prendeu 466 indivíduos acusados de filmar locais sensíveis, publicar conteúdo anti‑governo ou colaborar com “redes inimigas”, segundo a mídia estatal. As detenções fazem parte de mais de mil prisões nos últimos meses. As autoridades alegam que os detidos estavam “minando a segurança nacional” em um momento de guerra; grupos de direitos humanos denunciam que o regime usa o conflito para intensificar a repressão e as restrições à internet. Organizações internacionais pedem transparência e a libertação de ativistas. O texto não cita data de julgamento nem acusações formais, refletindo o clima de tensão interna no país.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: não foram apontadas atualizações.

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12. Namibia nega licença à Starlink por falta de participação local


Fonte: Reuters – Musk’s Starlink denied Namibia licence for ownership and compliance reasons

 (25 mar 2026)


Resumo: A Autoridade Reguladora de Comunicações da Namíbia rejeitou os pedidos da Starlink para operar serviços de internet via satélite por não atender requisitos de propriedade e compliance. Segundo comunicado, a empresa cumpriu apenas três dos seis critérios exigidos e não obteve a exceção que permitiria 100 % de participação estrangeira. A falta de um parceiro local com ao menos 51 % de capital era o principal obstáculo. O regulador ainda citou preocupações de segurança nacional e ressaltou que a Starlink vinha operando sem licença em 2024 e ignorou uma intimação. A decisão contrasta com a adoção do serviço em outros países africanos; a SpaceX não se pronunciou.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: artigo atualizado para incluir a resposta da agência reguladora.

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13. Estados do Golfo pedem represálias no Conselho de Direitos Humanos


Fonte: Reuters – Iranian strikes pose ‘existential threat’, Gulf states tell UN

 (25 mar 2026)


Resumo: A mesma sessão em Genebra relatada na Seção 1 foi também marcada por apelos dos países do Conselho de Cooperação do Golfo para que a ONU exija reparação financeira do Irã e estabeleça mecanismos de monitoramento contínuo. Os governos alegam que os ataques a infraestruturas são destinados a espalhar terror e que a comunidade internacional precisa enviar uma mensagem firme. A resolução proposta prevê condenação formal, compensação por danos e um relatório anual do alto comissariado sobre violações. A matéria explica que o Irã pediu outra sessão emergencial para discutir um ataque a uma escola primária e insiste que age em legítima defesa.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: nenhuma atualização registrada. Trata-se de continuação da reunião mencionada na matéria anterior.

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Economia e Diplomacia

14. Japão pede à AIE mais liberação de reservas de petróleo


Fonte: Reuters – Japan PM Takaichi asks IEA chief for further oil stockpile release

 (25 mar 2026)


Resumo: Em Tóquio, a primeira‑ministra Sanae Takaichi solicitou ao diretor da AIE, Fatih Birol, preparação para uma nova liberação coordenada de petróleo caso a guerra se prolongue. Ela recordou que os países já acordaram liberar 400 milhões de barris das reservas estratégicas — apenas 20 % do total disponível — e afirmou que o Japão abrirá reservas conjuntas armazenadas com países produtores. Birol respondeu que a agência está pronta para agir, mas espera que não seja necessário. Hitoshi Nagasawa, da Associação de Armadores, revelou que 45 navios relacionados ao Japão permanecem parados no Golfo devido ao fechamento do Estreito de Ormuz.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: atualizada para incluir a cifra de navios parados e as declarações de Birol.

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15. Turquia diz que dependência de petróleo do Oriente Médio é de 10 %


Fonte: Reuters – Turkey’s Middle East oil dependence at 10%, no supply disruption, says minister

 (25 mar 2026)


Resumo: O ministro de Energia da Turquia, Alparslan Bayraktar, afirmou que apenas 10 % do petróleo consumido pelo país vem do Oriente Médio e que não houve interrupção no fornecimento, apesar da guerra. Cada dólar adicional no preço do barril eleva em US$ 400 milhões a fatura energética turca. Para mitigar riscos, Ancara está diversificando suprimentos, negociando acordo de hidrocarbonetos com a TotalEnergies, e já firmou contratos preliminares com Exxon e Chevron. O ministro admitiu que cortes de gás iraniano ainda não ocorreram, mas que o governo está preparado para esse cenário. A Turquia também planeja ligar o fluxo de petróleo da Síria ao oleoduto Iraque–Turquia.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: sem atualizações significativas.

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16. Ásia adota medidas da era COVID para enfrentar crise de combustível


Fonte: Reuters – Asia looks to COVID‑era playbook to tackle fuel crisis

 (25 mar 2026)


Resumo: Para lidar com a escassez de combustível provocada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, governos asiáticos estudam medidas como trabalho remoto e racionamento inspirados na pandemia. O continente compra mais de 80 % do petróleo que atravessa o estreito. A AIE sugeriu trabalhar em casa, evitar viagens e reduzir velocidade de carros; o ministro sul‑coreano da Energia apoiou a ideia e lançou campanha para reduzir tempo de banho e uso de aspiradores nos fins de semana. Filipinas encurtou a semana de trabalho de servidores públicos, enquanto Sri Lanka decretou feriado semanal de racionamento. O Japão usará 800 bilhões de ienes para subsidiar gasolina e manter o preço em 170 ienes por litro. Austrália enfrenta postos secos e propôs dobrar penas por aumento abusivo de preços. Apesar das medidas, bancos centrais asiáticos enfrentam dilema: precisam controlar a inflação sem sufocar o crescimento.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: texto atualizado para incluir subsídios do Japão e campanha sul‑coreana.

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17. Colapso do petrodólar: guerra abala fundamento das finanças globais


Fonte: Reuters Breakingviews – Gulf war rattles petrodollar foundations

 (25 mar 2026)


Resumo: Coluna de Mike Dolan analisa como o conflito no Golfo ameaça a lógica do petrodólar, acordo no qual os EUA fornecem proteção militar em troca de petróleo cotado em dólares e reinvestimento dos lucros em ativos norte‑americanos. As receitas do Conselho de Cooperação do Golfo totalizam cerca de US$ 6 trilhões em fundos soberanos, e as moedas locais exigem cerca de US$ 800 bilhões em reservas para manter o peg ao dólar. Três “linhas de falha” foram identificadas: os EUA se tornaram exportadores de energia e não precisam tanto do petróleo do Golfo; países como China e Índia buscam pagar em suas próprias moedas; e a guerra expõe a fragilidade da proteção militar americana. O texto sugere que, sem confiança na segurança dos EUA, os países do Golfo podem deslocar investimentos para a Ásia e aceitar o “petroyuan” ou “petroeuro” como alternativa.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: artigo atualizado para incluir os cálculos sobre reservas cambiais.

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18. Inflação no Reino Unido deve disparar por causa da guerra


Fonte: Reuters – British inflation stuck at 3%, set to rise on war‑driven energy spike

 (25 mar 2026)


Resumo: A inflação ao consumidor no Reino Unido permaneceu em 3,0 % em fevereiro, mas economistas preveem aumento para 3,5 % nos próximos meses devido à alta no preço da energia causada pela guerra. O Banco da Inglaterra havia previsto queda, mas agora deve enfrentar pressões para aumentar juros. Expectativas de inflação pública saltaram para 5,4 %, o maior nível em mais de 20 anos. Embora a inflação de serviços tenha recuado, a inflação de bens permaneceu alta. A matéria ressalta que o Reino Unido, importador líquido de energia, está particularmente exposto ao fechamento do Estreito de Ormuz e ao racionamento global.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: nenhuma correção registrada.

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19. Clima de pessimismo: confiança empresarial alemã recua com guerra


Fonte: Reuters – Euro zone economy nearly stalls as Iran war hits supply

 (25 mar 2026)


Resumo: O índice de clima de negócios Ifo da Alemanha caiu de 88,4 para 86,4 em março, sinalizando pessimismo generalizado. Economistas do instituto dizem que a recuperação está “presa no Estreito de Ormuz” e que, se a guerra se prolongar, a economia pode estagnar ou encolher. A pesquisa mostra deterioração das expectativas e dificuldades no setor de serviços, apesar de ligeira melhora na indústria. O aumento dos custos de energia e frete prejudica o crescimento. O artigo observa que a inflação elevada e o choque de oferta obrigarão o Banco Central Europeu a manter juros altos, comprometendo o consumo e o investimento.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: não há atualizações informadas.

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20. Economia italiana: previsão de crescimento cai para 0,5 %


Fonte: Reuters – Italy’s Confindustria cuts growth forecast due to Iran war

 (25 mar 2026)


Resumo: A principal entidade patronal da Itália, Confindustria, reduziu a previsão de expansão do PIB em 2026 de 0,7 % para 0,5 %, alertando que, se o conflito no Golfo perdurar além do segundo trimestre, a economia poderá estagnar ou contrair 0,7 %. O cenário base pressupõe fim da guerra até março. A associação também calcula que a inflação subirá de 1,5 % para 2,5 % este ano, elevando o custo de vida e corroendo salários. O relatório aponta que, mesmo com défice público relativamente controlado, a dívida elevada limita a capacidade fiscal. As empresas italianas estão expostas ao choque energético devido à dependência de combustíveis do Oriente Médio.

Data: 25 mar 2026.

Atualizações: sem atualizações registradas.

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