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Oriente Médio e Palestina

sábado, 28 de maio de 2011

Simulado Revolução Russa






Um mini-simulado para testar seus conhecimentos sobre Revoluição Russa

  Ao entrar pela primeira vez você precisará fazer um pequeno cadastro com email e senha.
2-      Após se logar abrirá uma página com os dados da lista de exercícios
3-      Click em iniciar e marque a caixa que oferece a opção de avançar após marcar a resposta
4-      Após marcar a resposta espere carregar que aparecerá a próxima questão
5-      Após terminar, caso não queira revisá-las click em gravar e aparecerá o resultado de sua avaliação.




http://www.sprweb.com.br/mod_superpro/lista.php?COD=89278128










quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sugestão de leitura para o teste 3º ano 2º bimestre 2011


Questões para aquecimento:

Texto sobre Descolonização africana:

Texto sobre descolonização tardia:


texto sobre a conferência de Bandung:
http://araoalves.blogspot.com/2010/09/conferencia-de-bandung.html


Texto sobre Oriente médio: 


http://araoalves.blogspot.com/2011/06/o-movimento-sionista-desde-que-foram.html


Video aula com mapas e imagens google earth sobre questão árabe-israelense:

Parte 1

http://araoalves.blogspot.com/2011/06/video-aula-oriente-medio-1-parte-3-ano.html

Parte 2

http://araoalves.blogspot.com/2011/06/video-aula-oriente-medio-2-parte-3-ano.html


Um abraço e boms estudos!

Arão Alves











quarta-feira, 25 de maio de 2011

Blog do Professor Arão - CAEL: Império Bizantino - 2º bimestre -1º ano

Blog do Professor Arão - CAEL: Império Bizantino - 2º bimestre -1º ano

sábado, 21 de maio de 2011

Sugestão de estudo para o Teste de História 2º bimestre 1º ano

Com o objetivo de otimizar o estudo postei estes links, que considero relevantes na preparação para o teste. Aproveitem e bons estudos!

Arão Alves



Disponibilizei através deste link uma lista de exercícios tipo simulado sobre feudalismo, uma boa forma de testar seus conhecimentos:
1-      Ao entrar pela primeira vez você precisará fazer um pequeno cadastro com email e senha.
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3-      Click em iniciar e marque a caixa que oferece a opção de avançar após marcar a resposta
4-      Após marcar a resposta espere carregar que aparecerá a próxima questão
5-      Após terminar, caso não queira revisá-las click em gravar e aparecerá o resultado de sua avaliação.




Pequeno vídeo sobre Império Bizantino :
http://araoalves.blogspot.com/2011/04/imperio-bizantino-2-bimestre-1-ano.html

Pequeno vídeo sobre o Império islâmico:


Pequeno vídeo sobre Feudalismo:

Pequeno vídeo sobre a crise do Feudalismo:

Sugestão de estudo para o teste de Historia 2º ano 2º Bimestre 2011

Disponibilizei através deste link uma lista de exercícios tipo simulado sobre feudalismo, uma boa forma de testar seus conhecimentos:
1-      Ao entrar pela primeira vez você precisará fazer um pequeno cadastro com email e senha.
2-      Após se logar abrirá uma página com os dados da lista de exercícios
3-      Click em iniciar e marque a caixa que oferece a opção de avançar após marcar a resposta
4-      Após marcar a resposta espere carregar que aparecerá a próxima questão
5-      Após terminar, caso não queira revisá-las click em gravar e aparecerá o resultado de sua avaliação.
6- se você retornar as questões será possível consultar o gabarito:

Eis o link:  

Simulado dos assuntos do teste que cairão na prova

Simulado de Revolução Russa, assunto que cairá na prova


http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=89278128

  Abaixo os textos do blog que tratam dos assuntos pertinentes ás aulas



Antecedentes da PGM:


Atentado em Sarajevo:


Unificação Italiana:

Questões com Gabarito:

http://araoalves.blogspot.com/2011/05/questoes-sobre-unificacao-italiana.html


Video aula revisão dos assuntos do teste


Video 2



video 1

Grande Guerra - antecedentes


Antecedentes da PGM - Texto resumo
O período anterior à Guerra foi caracterizado por uma grande disputa política e por intensa corrida armamentista. As grandes potências imperialistas européias se envolviam em conflitos pelo controle das matérias-primas e dos mercados mundiais, principalmente sobre territórios Afro-asiáticos. O neocolonialismo, também denominado como “a partilha afro-asiática” foi um processo desigual, que implicou no predomínio de ingleses e franceses sobre as novas áreas conquistadas.
O nacionalismo, que havia se fortalecido ao longo do século XIX, foi um dos fatores utilizados pelas nações européias junto as suas populações, aguçando o sentimento de superioridade. Os principais movimentos nacionalistas que se desenvolveram na Europa no início do século XX e que estão relacionados a I Guerra Mundial foram o pan-eslavismo, o pangermanismo e o revanchismo francês.

Pan-eslavismo – Política estimulada pela Rússia, defendia a união de todos os povos de origem eslava da Europa oriental, aproveitando-se da fragmentação do Império Otomano, incluindo os que estão sob domínio do Império Austro-Húngaro.

Pangermanismo – Ideal defendido pelos alemães, propõe a formação de um bloco de países de origem germânica.

Revanchismo francês – O sentimento de revanche se desenvolveu a partir de 1871 quando a França foi derrotada pelas tropas de Bismark, que completam a unificação alemã, tomando as regiões da Alsácia-Lorena, rica em carvão e minério de ferro e coroaram o rei Guilherme I da Prússia imperador alemão em Paris, em 18 de janeiro de 1871 na Sala dos Espelhos do Palácio de Versailles, em Paris.

Crise Balcânica – Os conflitos entre Áustria e Sérvia na península balcânica colaboram para acirrar as diferenças nacionalistas entre os países europeus. Com o apoio da Rússia, os sérvios tentaram conter o expansionismo austríaco. Em 1908 a Áustria anexou a Bósnia-Herzegóvina impedindo que a Sérvia mantivesse sua política de organizar a “Grande Sérvia”, que incorporaria as regiões balcânicas de povos eslavos.

As pretensões austríacas fez crescer os movimentos nacionalistas na região; várias sociedades secretas surgiram para agir contra a Áustria, como a Jovem Bósnia, que pretendiam a criação de um único Estado que envolvesse os povos eslavos da região e para isso julgavam necessário eliminar a política imperialista dos austríacos.
Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austríaco, resolveu ir à Bósnia no final de junho de 1914 e ao desfilar em locais públicos sem um esquema espacial de segurança, foi alvo fácil de um atentado que serviu para agudizar as tensões existentes, já que colocava o governo da Sérvia sob suspeita.
O atentado de Sarajevo é considerado o estopim para o início da Grande Guerra, devido ao sistema de alianças que se havia formado no período anterior, pois, apoiada pela Alemanha, a Áustria deu um ultimato à Sérvia para que o incidente fosse por uma comissão mista. Os sérvios rechaçaram tal exigência, ao mesmo tempo em que a Rússia mobilizava suas tropas, aliando-se à Sérvia. Ao mesmo tempo os alemães reagiram a essas manobras e exigiram a neutralidade da França. No dia 28 de junho a Áustria declarou guerra à Sérvia, levando ao confronto direto os países dos dois blocos.

Marrocos – A crise do Marrocos envolveu diretamente os interesses da França e da Alemanha, que disputavam domínios coloniais no norte da África. Uma conferência internacional em 1906 decidiu que território marroquino pertencia à França e cedeu uma pequena faixa no litoral sudoeste da África à Alemanha. A tensão chega a um novo clímax em 1911 quando a Alemanha envia um navio de guerra ao porto marroquino de Agadir, controlado pela França, provocando uma crise internacional. Após retirar sua tropa, a Alemanha acaba recebendo da França parte do território do Congo.

O sistema de alianças

 O aumento das tensões podia ser verificado desde o final do século XIX. Os países europeus procuravam então organizar os exércitos, produzir armamentos e fazer acordos entre si para garantir força na disputa.

Tríplice Aliança - Reunia o Império Alemão, o Império Áustro-Húngaro e a Itália, desde 1882, com o objetivo de enfrentar o expansionismo francês na Europa.
Iniciada a Guerra, a Itália declarou-se neutra e posteriormente apoiou a França, o Império Otomano aliou-se a Alemanha e por suas rivalidades com a Rússia. A Bulgária, que tinha grandes interesses na Península Balcânica, também se alia à Alemanha.

Tríplice Entente - Tem por base a Entente Cordiale, formada em 1904 pela Grã Bretanha e pela França para opor-se ao expansionismo alemão. Em 1907, com a adesão da Rússia, ela se transforma na Tríplice Entente. Durante a guerra, outras 24 nações incorporam-se à Entente, formando uma ampla coalizão chamada de Aliados.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Assassinato nos Balcãs - O atentado de Sarajevo


NNão é a primeira vez que os sérvios – ou iugoslavos - fazem uma limpeza étnica nos Bálcãs. Antes dos albaneses kosovares, as vítimas foram os croatas e os bósnios, principalmente os muçulmanos, cuja religião foi herdada do longo domínio turco otomano na região até pouco antes da Primeira Guerra Mundial.

Aliás, os sérvios já estiveram envolvidos na deflagração da Primeira Guerra. Foi um estudante sérvio chamado Gavrilo Princip, pertencente a uma associação secreta conhecida como "Mão Negra", quem assassinou o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria. O atentado bem sucedido, ocorrido na cidade de Saraievo na Bósnia, culminou com a declaração de guerra contra a Sérvia por parte do Império Austro-Húngaro. Os países europeus foram, um a um, arrastados para o conflito que durou quatro anos, de 1914 a 1918.
o dia 28 de junho de 1914, no aprazível verão de Sarajevo, capital da província austríaca da Bósnia-Herzegovina, na região dos Bálcãs, ocorreu um atentado que mudou o destino de milhões de europeus e de boa parte do mundo. O arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa, Sofia Chotek, foram assassinados a tiros por um jovem de origem sérvia, chamado Gavrilov Princip. O terrorista com aqueles disparos demonstrava o repúdio do seu grupo étnico à presença austríaca, num ato que tomou dimensões catastróficas.
O enorme carro oficial que conduzia Francisco Ferdinando e sua esposa pelas ruas de Sarajevo, naquela manhã de sol do verão balcânico, era antes de tudo uma temeridade. Andava com a capota arriada, e o casal, sob o ponto de vista da segurança, estava completamente exposto a qualquer tipo de atentado, fosse a pistola ou a bomba. Cabrinovic, um dos sete terroristas sérvios-bósnio que estavam em meio à multidão que se postava pelas calçadas, assim que viu o cortejo de seis automóveis passar, lançou o petardo diretamente sobre o que conduzia o arquiduque e sua esposa. Neste nesse primeiro momento do atentado, que desdobrou-se em dois atos ao longo daquele dia fatídico, graças ao motorista ter acelerado a viatura, a explosão deu-se embaixo das rodas de um outro automóvel que vinha atrás, ferindo dois membros da comitiva de Sua Alteza. O arquiduque Ferdinando, furioso com o desleixo e a negligência do pessoal local que lhe devia dar proteção, assim que completou a visita ao prefeito, resolveu novamente se expor. Cismou em fazer uma visita aos feridos no atentado da manhã, recolhidos ao hospital Sarajevo.

Os Tiros
"Sopherl! Sopherl! Sterbe nicht! Bleibe am Leben für unsere Kinder!"
(Sofia, Sofia! Não morra! Fique viva para nossos filhos!)
Arquiduque Ferdinando para sua mulher Sofia
Então deu-se o fado. À tarde, o motorista, não sabendo exatamente onde era o endereço, enviesou-se por uma rua errada. Ao ser advertido pelo governador Potiorek, o hospedeiro do ilustre casal, tratou de dar uma ré, indo parar bem em frente ao café Shiller, onde se encontrava um dos outros terroristas. O jovem Gavrilov Princip nem pôde acreditar quando, como um caçador surpreendido por sua presa, viu suas vítimas a poucos passos dele. Rapidamente adiantou-se para o veículo e de pouca distância disparou diretamente sobre o casal visitante. Encerrava assim o segundo ato do atentado de Sarajevo.
O arquiduque foi ferido no pescoço, enquanto sua mulher teve o abdome perfurado. Ele ainda murmurou-lhe algo ante de morrer, mas ela não durou muito mais. Ao serem levados até o palácio governamental, ambos lá chegaram mortos.
O estopim em Sarajevo – Causa espanto pensar que um crime isolado cometido de forma solitária por um jovem extremista possa mergulhar o mundo todo numa guerra. Foi exatamente isso, porém, que ocorreu nas últimas semanas. No último dia 28 de junho, o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro, foi alvejado à queima-roupa em Sarajevo por um estudante sérvio, Gavrilo Princip, ligado à organização nacionalista Mão Negra. Contudo, pela demora na reação do império Austro-Húngaro, o atentado, que ceifou também a esposa do nobre, Sofia, não parecia tomar grandes dimensões, muito menos funcionar como a centelha que seria capaz de inflamar a Europa. Passaram-se três longas semanas até que o estafe do imperador Francisco José encaminhasse à Sérvia um ultimato. Nessa mensagem, além de acusar implicitamente o governo sérvio de estar envolvido no crime, Viena elencava uma série de exigências visando reforçar a soberania austro-húngara nos Bálcãs. Entregue no dia 23 de julho, o documento foi respondido pela Sérvia dois dias depois – e, para surpresa geral, contestado em apenas pequenas cláusulas. Em resumo, o governo sérvio, apesar de negar qualquer participação no atentado, aceitava as requisições e termos da carta. Mesmo assim, o império Austro-Húngaro decidiu pela declaração de guerra, no dia 28 de julho. E o efeito dominó não tardaria a chegar às demais nações europeias.
Respeitando um tratado de amizade com a Sérvia, a Rússia logo anunciou a mobilização de seu gigantesco exército para a defesa dos eslavos. Por outro lado, a Alemanha, que já assinara um pacto com o império Austro-Húngaro, considerou a decisão russa um ato de guerra contra seus aliados, e declarou guerra à Rússia. Na verdade, o apoio do Reichstag alemão já havia sido sacramentado antes mesmo que o ultimato à Sérvia fosse enviado. Consultado pelo governo de Francisco José, os germânicos garantiram total suporte a Viena, qualquer que fosse o resultado da ação. Dando continuidade à sequência, a França, comprometida com Rússia também através de um tratado, conclamou guerra contra a Alemanha e, por tabela, contra o império Austro-Húngaro. Aqui, a cadeia poderia ter sido rompida: aliada dos gauleses por um pouco consistente pacto verbal, a Grã-Bretanha não se via obrigada a juntar-se à França na contenda.
Desde os anos 1870, os insulares propalavam aos quatro ventos sua política de "isolamento esplêndido", evitando interferir na política continental europeia. Entretanto, a marcha alemã na neutra Bélgica fez o primeiro-ministro Herbert Asquith resgatar um acordo assinado há 75 anos – o Tratado de Londres, pelo qual os britânicos se comprometiam a defender a Bélgica em caso de invasão –, e ingressar com as duas botas nas hostilidades. A entrada da Grã-Bretanha surpreendeu a Alemanha e fortaleceu as hostes da Tríplice Entente. As colônias Austrália, Canadá, Índia, Nova Zelândia e União da África do Sul ofereceram assistência militar e financeira aos aliados. Também o Japão, ligado aos britânicos por um tratado militar de 1902, declarou guerra aos germânicos, no dia 23 de agosto. O conflito já tinha, de fato, uma escala mundial, com repercussões sentidas muito além das fronteiras europeias

domingo, 8 de maio de 2011

Questões sobre Descolonização


1-     "Nós proclamamos o direito, para todos os povos colonizados, de assumirem seu próprio destino .... A longa noite está morta." (Declaração do V Congresso Pan-Africano, 1945) Assinale a opção que apresenta uma afirmativa correta sobre o processo de Descolonização Afro-Asiática.
a) A conferência de Bandung (1955) reafirmou os valores e a política imperialista das nações ocidentais.
b) Os nacionalismos afro-asiáticos, extintos após a Segunda Guerra Mundial, não conseguiram consolidar o ideal de independência.
c) A Carta da ONU, consagrando o direito de autodeterminação dos povos, favoreceu o reconhecimento da soberania nacional das nações emergentes.
d) A descolonização foi prejudicada pela bipolarização mundial entre EUA e URSS, que apoiavam política e militarmente os Impérios Coloniais.
e) A libertação e a autonomia nacional dos países afro-asiáticos consolidaram sua independência econômica frente às nações ocidentais.

2-     Em 24 de outubro próximo passado, chefes de Estados, reunidos em Nova Iorque, comemoraram 50.o aniversário da Organização das Nações Unidas - ONU. O que representa esta organização?
a) A organização dos países do Ocidente para o enfrentamento com os países do Oriente.
b) A vitória da Liga das Nações, vigente durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais.
c) O fim da guerra fria entre o mundo capitalista e o mundo comunista.
d) A descolonização da América e da África e os respectivos engajamentos políticos dos dois continentes.
e) Uma força internacional acima das nações, na defesa da paz mundial, dos direitos do homem e da igualdade dos povos.


3-     A Segunda Guerra Mundial alterou a correlação de forças no mundo. Entre as modificações ocorridas, destacam-se:
(01) O declínio da influência européia cuja hegemonia já havia sido comprometida desde a Primeira Guerra Mundial.
(02) A ascensão dos Estados Unidos e da União Soviética, liderando blocos de interesses divergentes e originando a chamada "bipolarização" do mundo.
(04) Após a Segunda Guerra Mundial e até recentemente, nenhuma potência européia ou os Estados Unidos participaram de qualquer conflito bélico.
(08) Após a Guerra - e por causa dela -, houve intensificação das manifestações anticolonialistas, acelerando-se o processo de descolonização das colônias européias na África e na Ásia.
(16) O final da Segunda Guerra Mundial decretou o desaparecimento dos Estados autoritários, reorganizando-se o mundo em bases inteiramente democráticas.
(32) Como tentativa de resolver os problemas internacionais, criou-se em 1945 a Organização das Nações Unidas (ONU). soma = (     )


4-Em meados dos anos 50, vários países agruparam-se no que se chamou Terceiro Mundo. Assinale as proposições CORRETAS em relação a esse movimento.
(01) O ponto de partida para a organização do Terceiro Mundo foi a Conferência de Bandung (1955).
(02) Os países de Terceiro Mundo definiram-se como não-alinhados em relação às Superpotências.
(04) Os países da Europa Meridional ingressaram no grupo do Terceiro mundo.
(08) Os países do Terceiro Mundo condenaram a segregação racial e o colonialismo. (16) A maioria dos países novos, surgidos com o processo de descolonização afro-asiático, identificou-se com o Terceiro Mundo. Soma (    )


5-     São causas da descolonização africana e asiática após a Segunda Guerra Mundial, EXCETO:
a) a acentuação do sentimento nacionalista nas áreas coloniais, com o agravamento das más condições de vida das populações após a crise de 1929.
b) a chegada dos comunistas ao poder nas áreas coloniais durante a Segunda Guerra.
c) o desgaste da Europa após a Segunda Guerra.
d) a Carta da ONU que reconhecia o direito à autodeterminação dos povos.
e) a Conferência de Bandung, em 1955 que estimulou as lutas de independência na África e na Ásia.


Consulte abaixo o gabarito das questões:

Bons estudos

Arão Alves








1-     1-resposta:[C]
2-     2-resposta:[E]
3-    3- resposta: 01 + 02 + 08 + 32 = 43
4-    4- resposta:01 + 02 + 08 + 16 = 27
5-    5-resposta:[B]

Blog do Professor Arão - CAEL: Questões sobre Unificação italiana

Blog do Professor Arão - CAEL: Questões sobre Unificação italiana: "1- 'Fizemos a Itália, agora temos que fazer os italianos'. 'Ao invés da Prússia se fundir na Alemanha, a Alemanha se fundiu na Prússia..."

Questões sobre Unificação italiana


1-     "Fizemos a Itália, agora temos que fazer os italianos". "Ao invés da Prússia se fundir na Alemanha, a Alemanha se fundiu na Prússia". Estas frases, sobre as unificações italiana e alemã:
a) aludem às diferenças que as marcaram, pois, enquanto a alemã foi feita em benefício da Prússia, a italiana, como demostra a escolha de Roma para capital, contemplou todas as regiões.
b) apontam para as suas semelhanças, isto é, para o caráter autoritário e incompleto de ambas, decorrentes do passado fascista, no caso italiano, e nazista, no alemão.
c) chamam a atenção para o caráter unilateral e autoritário das duas unificações, imposta pelo Piemonte, na Itália, e pela Prússia, na Alemanha.
d) escondem suas naturezas contrastantes, pois a alemã foi autoritária e aristocrática e a italiana foi democrática e popular.
e) tratam da unificação da Itália e da Alemanha, mas nada sugerem quanto ao caráter impositivo de processo liderado por Cavour, na Itália, e por Bismarck, na Alemanha.


2-:No final da chamada "era napoleônica", derrotado o imperador francês em 1815, tornou-se possível a recomposição das forças sociais e políticas ligadas ao Antigo Regime, em boa parte do continente europeu. Nada disso deteve, porém, a onda revolucionária e o surgimento de revoltas, a partir de 1820 até 1848. Na Itália, por exemplo, coube a uma sociedade secreta a elaboração de um programa político "contra as tiranias", cuja grande meta era a unificação da nação italiana e o triunfo dos princípios liberais. Assinale a opção que identifica corretamente os revolucionários anteriormente mencionados:
a) Pedreiros-livres ligados aos maçons
b) Cristãos-novos
c) Maçons
d) Carbonários liderados por Garibaldi
e) Jacobinos


3-No processo de unificação da Itália de meados do século XIX, destacam-se, EXCETO:
a) a preocupação da burguesia em evitar qualquer aliança com a massa camponesa.
b) a permanência de um sistema oligárquico que garante os interesses dos grandes proprietários da terra.
c) a ação dos liberais moderados, liderado por Cavour, para impedir as tentativas revolucionárias.
d) a obtenção da unidade através do alargamento do Estado piemontês e não de um movimento nacional.
e) o papel decisivo dos movimentos populares para a concretização da unidade italiana.

4-A unificação italiana, no final do século XIX, ameaçou a integridade territorial da Igreja. Esse impasse resultou
a) no reforço dos sentimentos nacionalistas na Itália, provocando a expropriação das terras da Igreja.
b) no envolvimento da Igreja em lutas nacionais, criando congregações para a expansão do catolicismo.
c) na adoção de atitudes liberais pelo Papa Pio IX, como forma de deter as forças fascistas.
d) na assinatura do Tratado de Latrão, em 1929, quando Mussolini criou o Estado do Vaticano.
e) no "Risorgimento", processo em que segmentos ligados à Igreja defenderam a Itália independente.









Confira abaixo o gabarito eos comentários:


obs: Minha sugestão é que você tente solucionar as questões antes de consultar o Gabarito, pois dessa forma estarás treinando seu raciocinio para esse tipo de questão.




Um abraço



Bons estudos:

Arão Alves 
1- resposta:[C]
Mesmo sendo um processo diverso, os dois foram protagonizados pelos Estados mais industrializados das respectivas regiões.

2 resposta ( D)         -  G. Garibaldi liderou a unificação a partir do sul, região onde, desde a década de 1940, os carbonários defendiam a unificação nos moldes liberais.

3-resposta:[E]    -  Embora tenha ocorrido participação popular, boa parte do povo do Sul sofria com as guerras pela unificação. Não se esqueçam que foi dessa região que imigrou a população italiana que chegou ao Brasil nesse período.

4-resposta:[D] – essa questão somente seria resolvida em 1929, quando Mussolini cedeu o território do vaticano ao papa, por meio  do tratado de São João Latrão.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Unificação italiana


O Congresso de Viena (1814-1815) determinou que os atuais territórios da Itália e da Alemanha fossem divididos em diversos estados dominados por estrangeiros. Os povos desses territórios não aceitaram a divisão feita por Viena e promoveram, então, movimentos racionalistas visando transformar suas nações em estados nacionais independentes.

Onde hoje é a Itália foi dividida em pequenos estados por ordem de Viena, são eles:
• Reino Sardo-Piemontês: governado por uma dinastia italiana. Era autônomo e soberano;
• Reino Lombardo-Veneziano: governado pela Áustria;
• Ducados de Parma, Módena e Toscana: governados por duques subservientes à Áustria;
• Estados Pontifícios: governados pelo papa;
• Reino das Duas Sicílias: governado pela dinastia de Bourbon.
A primeira luta do movimento para unificar a Itália só teve início depois da decisão do Congresso de Viena que transformava a atual Itália. As primeiras tentativas de libertação do território italiano foi uma organização revolucionária chamada de Jovem Itália liderada por Giuseppe Mazzini, republicano que junto com a jovem Itália defendia a independência e a transformação da Itália numa república democrática.

Em 1848, os seguidores de Mazzini promoveram outra manifestação contra a dominação austríaca em territórios italianos, mas foram vencidos pelo poderoso exército austríaco. Apesar da derrota, o ideal nacionalista permanecer forte e a partir dessa época, a luta pela unificação passou a ser liderada pelo Reino Sardol-Piemontês. Cavour, um dos líderes do Risorgimento (movimento que pretendia fazer a Itália reviver seus tempos de glória), representava todos os que desejavam a unificação. Para alcançar tal objetivo, Cavour teve o apoio da burguesia e dos proprietários rurais e colocou em prática um plano de modernização da economia e do exército do Piemonte. Aproximou-se da França e conseguiu ajuda militar para enfrentar a Áustria.
Com a ajuda da França, o exército de Cavour obteve expressivas vitóriase a Áustria, derrotada, foi forçada a entregar o reino. Quase em mesmo tempo, o revolucionário Giuseppe Garibaldi atacou o Reino das Duas Sicílias e criou condições para sua libertação do domínio estrangeiro. Decidiram então por intermédio de um plebiscito ser governados também pelo rei do Reino Sardo-Piemontês Victor Emanuel II.
Com a maior parte do atual território italiano, em 1861 Victor Emanuel II foi proclamado rei da Itália, mas, para que a unidade fosse completada era necessário conquistar Veneza e Roma. Veneza foi incorporada no ano de 1866 e Roma em 1870 onde passou a ser capital do país no ano seguinte.
O papa Pio IX, não aceitou a perda dos domínios territoriais da Igreja e rompeu relações com o governo italiano, considerou-se prisioneiro e fechou-se no Vaticano. Assim nasceu a Questão Romana que só foi resolvida em 1929 quando doi assinado o Tratado de Latrão. Por esse acordo, foi criado o Estado do Vaticano dirigido pela Igreja Católica.

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