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Oriente Médio e Palestina

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Jânio Quadros: Vassoura, Economia e Política Externa




A importância de um governo não pode ser mensurada, apenas, pela sua brevidade. O breve governo de #JânioQuadros não se resume a proibição dos biquínis em desfiles, ou da proibição do uso de lança perfume nos bailes de carnaval. Sua #políticaexterna foi um de seus principais legados, mas também é importante entendermos como ele percebia a #economia brasileira, bem como conhecermos as principais medidas de sua #política econômica. Nesse vídeo de onze minutos, você vai conhecer um pouco melhor o governo desse presidente que não conseguiu governar por mais de oito meses, mesmo tendo sido o candidato mais votado nas eleições presidenciais de nossa República até então.

obs: Não deixe de enfrentar o desafio que eu inseri no final do vídeo.
Bons estudos!!!

Professor Arão Alves

https://youtu.be/E97Ag5bXWaY






domingo, 18 de dezembro de 2016

Bretton Woods e o Sistema financeiro mundial no século XX



Bretton Woods foi uma das mais importantes conferências do século XX, Assunto indispensável para entendermos o sistema financeiro internacional no século passado. Nessa conferência defrontaram-se diferentes projetos teóricos representados por dois expoentes da economia de dois importantes líderes mundiais na primeira metade do século XX. De um lado o Reino Unido e do outro os Estados Unidos. #brettonwoods
https://www.youtube.com/watch?v=NCqpP5Gxads






sábado, 10 de dezembro de 2016

Guerra fria, Détente e a política externa americana na década de 1970



A guerra Fria, durante a Dètente, caracterizou-se como um período de cooperação entre rivais. Ao logo da década de 1970, os indícios apontavam para determinado desfecho do conflito, com a vitória de um dos dois principais atores. Qual seria esse desfecho? Quais eram os indícios que orientavam essa percepção?
Obs: não deixe de comentar acerca da inovação que introduzi no final do vídeo.




segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

PUC SP - Geografia 2016 - questão comentada



1.   Leia e observe a imagem:

"Uma forma extrema de intervenção humana no ciclo hidrológico é a introdução de água 'nova' no sistema. Até agora, essa água 'nova' encontra-se em quantidade insignificante, mas, no futuro, e principalmente nas regiões semiáridas, a água doce 'artificial' talvez afete o funcionamento do ciclo hidrológico."

(David Drew. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. R. de Janeiro: Bertrand Brasil, 1989. p. 121)



Tendo em vista a ideia de intervenção humana no ciclo hidrológico, é correto dizer que
a) um dos métodos, em franco crescimento no mundo, de introdução de água doce "nova" em ambientes áridos e semiáridos é a dessalinização da água dos oceanos.   
b) no Brasil são tímidos e de muito pequeno porte os programas que objetivam levar água 'nova' para o semiárido nordestino, o que explica o fracasso dos mesmos.   
c) não se enxergam no futuro possibilidades tecnológicas eficientes de "produção" de água doce, passível ser transferida para regiões carentes desse recurso.   
d) o processo de introdução mais eficiente e generalizado de água 'nova' nas regiões semiáridas é o bombardeio de nuvens, o que modifica o ciclo hidrológico natural.   


Resposta:

[A]

A alternativa [A] está correta porque a utilização da água dessalinizada tem sido utilizada como uma forma de compensar o deficit hídrico das regiões mais áridas. Estão incorretas as alternativas: [B], porque a Transposição do rio São Francisco é uma das práticas adotadas para atender a demanda hídrica no semiárido; [C], porque a dessalinização é uma prática que produz água doce nova; [D], porque o processo mais eficiente e generalizado de água doce nova no semiárido é o da irrigação.



  
2.   Veja o gráfico:



Tendo em vista a evolução histórica da relação habitantes por veículo na cidade de São Paulo e considerando as outras metrópoles brasileiras, é acertado dizer que
a) a automobilização de São Paulo é um elemento chave de sua mobilidade urbana, algo comprovado por um número de habitantes por veículo menos elevado do que em muitas cidades de países mais ricos.   
b) essa automobilização de São Paulo é muito específica em comparação com as outras metrópoles brasileiras, que, em razão de dificuldades econômicas, possuem índices desprezíveis de automobilização.   
c) a diminuição do número de habitantes por veículo, como mostra o gráfico, foi uma evolução constante, produto do desenvolvimento econômico do país e da cidade e também do aumento da igualdade econômica.   
d) São Paulo, apesar de seus problemas, exemplifica a possibilidade eficiente de usar o automóvel como modal relevante na mobilidade urbana e sua harmonia com o transporte coletivo nas ruas da cidade.   


Resposta:

[A]

A alternativa [A] está correta porque a mobilidade de São Paulo foi construída a partir do veiculo motorizado individual, fato comprovado pela evolução na relação habitantes  veículos. As alternativas incorretas são: [B], porque a automobilização é característica das cidades brasileiras; [C], porque a evolução não foi constante e ocorreu aumento do poder de compra, não da igualdade econômica; [D], porque não há eficiência na mobilidade de São Paulo e o veiculo automotor individual não está harmonizado com o coletivo.



  
3.   "O tempo vem desgastando lentamente a paisagem das terras planas do interior de Minas Gerais e São Paulo. O planalto que abriga a bacia do São Francisco, rio que nasce no sudoeste de Minas Gerais e corre em direção ao nordeste até Pernambuco, está paulatinamente encolhendo pelo recuo das escarpas que formam sua borda. No último  milhão de anos, esse planalto perdeu área para uma região vizinha situada a altitudes menores, onde se assenta a bacia do rio Doce."

(Salvador Nogueira. A dança das bacias. São Paulo: Pesquisa Fapesp, Janeiro de 2013. p. 51)


Canal dedicado às provas da UERJ: https://www.youtube.com/channel/UC23whF6cXzlap-O76f1uyOw/videos


A transformação notada pode ser explicada como resultante
a) do movimento de oscilação da placa tectônica sul-americana, que na escala de tempo da natureza sofre eventuais soerguimentos.   
b) de um processo erosivo acelerado produzido pelo aumento do volume das águas da bacia do Rio S. Francisco, em consequência de mudanças climáticas na região.   
c) de um processo de erosão ou denudação muito lento ou, melhor dizendo, dentro de uma temporalidade que é a da natureza, cuja escala torna o tempo humano irrisório.   
d) do desmatamento realizado pelo ser humano nos vales da bacia do Rio S. Francisco que facilitou a aceleração do processo de denudação.   


Resposta:

[C]


A alternativa [C] está correta porque o desgaste que causa o recuo das escarpas define-se como um processo erosivo cuja escala de tempo é diferente da humana. As alternativas incorretas são: [A], porque o texto não descreve movimentos tectônicos; [B] e [D], porque a erosão não é resultante de alterações climáticas ou desmatamento. 



sábado, 3 de dezembro de 2016

Era Vargas e a Política Externa Brasileira: entre os EUA e a Alemanha



Durante a Era Vargas, a Política externa brasileira foi pautada por boa dose de pragmatismo. Em mundo polarizado, o Brasil não era diferente. Diferentes ideologias tentavam reproduzir no país suas convicções e certezas. Como nossos interesses comerciais conciliavam convicções ideológicas com nossa balança comercial? Esse pequeno vídeo procura esclarecer essas questões.

https://youtu.be/BCyAGtLyN6Q

Bons estudos,

Professor Arão Alves






sábado, 26 de novembro de 2016

América latina, Cuba, Fidel, Segurança e Desenvolvimento: a política externa norte-americana no pós-guerra



A política externa norte-americana para a América latina, no pós-guerra, passa pelas agendas de segurança e desenvolvimento. Nesse vídeo, discutiremos os principais momentos dessa política, e qual a sua importância para formação contextual do período, que culminaria na implantação de ditaduras em vários países da América Latina.






sábado, 19 de novembro de 2016

O período Joanino 1808 - Uerj em gotas

O período Joanino, em 1808, é um marco para o processo de independência do Brasil. A transmigração da corte resulta em transformações que não permitiam retrocessos.

Bons estudos!! 

professor Arão Alves



https://youtu.be/a27U5baMsXQ






sábado, 12 de novembro de 2016

A marcha para o Oeste, o café e as ferrovias.




A Marcha para o Oeste nos EUA, e a expansão do café para o Oeste paulista tem suas especificidades, mas guarda, ao menos, algo em comum: as ferrovias.
Nesse vídeo, com base em uma questão da Uerj, discutiremos brevemente essas relações.
Bons estudos!!

https://youtu.be/he2eqpTYlIM




Professor Arão Alves

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Enem, Como fazer a prova? Dez dicas para você mandar bem na prova



Não vá para a prova sem assistir. 10 dicas imperdíveis para você otimizar o seu desempenho na prova do ENEM 2016. 


Como fazer a prova do Enem? Você deve ter estudado e estar preparado, mas mesmo assim acha que falta alguma coisa? Então assista essas 10 dicas para você mandar bem na prova do Enem. Não há fórmulas mágicas, mas a experiência nos ensina que saber o conteúdo pode não ser o suficiente para você ir bem em uma prova. Com esse vídeo pretendo ajudá-lo a não desperdiçar questões importantes que você domina, isto é, a não errar sabendo.




Bons estudos!!!

Professor Arão Alves

sábado, 22 de outubro de 2016

O Brasil de Nassau e a União Ibérica.




O Brasil de Nassau e a União Ibérica. Nessa aula, você terá uma visão ampla dos contextos que ajudam a explicar o Brasil holandês do período de Maurício de Nassau no contexto da União Ibérica. Com base em uma questão discursiva da Uerj, o professor Arão Alves apresenta de forma sintética a conjuntura internacional, ampliando a sua capacidade argumentativa para enfrentar variadas possibilidades de questões que possam aparecer em uma prova que aborde o tema.






domingo, 16 de outubro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

Globalização. Como globalização cai na prova??





1.   O entendimento dos processos sociais envolvidos nos fluxos de pessoas entre países, regiões e continentes passa pelo reconhecimento de que sob a rubrica migração internacional estão envolvidos fenômenos distintos, com grupos sociais e implicações diversas. A migração internacional, no contexto da globalização, é inevitável e deve ser entendida como parte das estratégias de sobrevivência, de impulso para alcançar novos horizontes, e a globalização, nesse contexto, age como fator de estímulo.

(Neide L. Patarra. “Migrações internacionais: teorias, políticas e movimentos sociais”. Estudos Avançados, 2006. Adaptado.)


Explique por que a globalização é um estímulo à migração internacional. Cite dois aspectos ou “fenômenos distintos” motivadores das migrações.


Resposta:

O processo de globalização contém diversos aspectos que privilegiam as migrações internacionais, dentre as quais: a evolução dos meios de transportes e telecomunicações; a abertura dos mercados e consolidação dos blocos econômicos promovendo a permeabilidade das fronteiras; o aumento do abismo socioeconômico Sul-Norte.
Dentre os aspectos motivadores das migrações, pode-se citar: conflitos civis e regionais responsáveis por grande número de deslocados; diferenças étnicas, políticas e ideológicas; busca por melhores condições salariais e/ou empregatícias; cataclismos naturais.



  
2.   A realização da Copa do Mundo de Futebol no Brasil pode ser entendida como um evento que articulou duas escalas fundamentais do espaço geográfico: a global e a local. Aponte dois fatores que justificam o entendimento da Copa do Mundo de Futebol como um evento representativo da globalização e dois aspectos, um positivo e outro negativo, que evidenciem as consequências desse evento nas cidades-sedes dos jogos no Brasil.


Resposta:

Dentre os fatores que justificam a Copa do Mundo como um evento da globalização, pode-se citar: os anúncios publicitários e patrocinadores de grandes marcas internacionais que ganham projeção em eventos em nível mundial; a movimentação de fluxo financeiro em nível mundial; a integração das infovias ou redes imateriais.
Dentre as consequências para as cidades sedes dos jogos no Brasil podem-se citar como positivas: a geração de empregos, a projeção e melhoria da imagem do país em âmbito internacional; o fluxo de turistas, os investimentos em infraestrutura. Dentre as consequências negativas, pode-se considerar: os elevados investimentos para a realização do evento em detrimento de obras fundamentais à população; a garantia de coesão do Estado Nacional permitindo que as manobras políticas dos governos suplantem as necessidades sociais.



  
3.   Com a globalização, ampliaram-se os horizontes geográficos e os incentivos das multinacionais para segmentar suas cadeias produtivas e redistribuir a localização de suas fábricas em diversos países. As etapas de produção que agregam menos valor a um produto podem ser transferidas para países onde os salários são mais baixos, enquanto as etapas que agregam mais valor permanecem em países com níveis salariais mais altos. O Brasil, porém, não tem se beneficiado dessa tendência. Enfrentamos, ao contrário, uma ameaça concreta de desindustrialização.

Adaptado de GUEDES, P. “Olho nos banqueiros e nos políticos!” Revista Época, 09 abr. 2012.

Caracterize o que é globalização, indique dois países que, nas últimas décadas, vêm se destacando como destino de investimentos industriais e, por fim, explique por que a ascensão desses países põe o Brasil sob o risco de uma desindustrialização.


Resposta:

Globalização é o processo de integração da economia em nível mundial a partir da década de 1990, embasada pela doutrina neoliberal que prega a abertura dos mercados e formação dos blocos econômicos e, pelo desenvolvimento tecnológico da revolução tecnocientífica que traz inovações na área de transportes e telecomunicações, criando a “aldeia global”.
Dentre os países que vem se destacando como destino de investimentos industriais, pode-se citar: China, Vietnam, Coreia do Sul.
O risco de desindustrialização ao que o Brasil responde se dá pelo “custo Brasil” apontando, dentre outros fatores para: a alta carga tributária na produção e na relação trabalhista ampliando o valor dos fatores de custo do produto; a deficiente infraestrutura em energia e transportes; burocracia e corrupção do país; intervenção do Estado no sistema produtivo.



  
4.   Leia o trecho a seguir:

“Quando tudo permite imaginar que se tornou possível a criação de um mundo veraz, o que é imposto aos espíritos é um mundo de fabulações, que se aproveita do alargamento de todos os contextos para consagrar um discurso único. Seus fundamentos são a informação e o seu império, que encontram alicerce na produção de imagens e do imaginário, e se põem ao serviço do império do dinheiro, fundado este na economização e na monetarização da vida social e da vida pessoal.
De fato, se desejamos escapar à crença de que esse mundo assim apresentado é verdadeiro, e não queremos admitir a permanência de sua percepção enganosa, devemos considerar a existência de pelo menos três mundos num só. O primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro, o mundo como ele pode ser: uma outra globalização”.

Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro/São Paulo: Editora
Record, 2001, p. 17-18.


A partir do trecho de Milton Santos, atenda ao que se pede:

a) Cite e analise DUAS características da globalização de acordo com o contexto político-econômico internacional no início dos anos 1990.
b) Indique e analise UM problema econômico-social decorrente da globalização:


Resposta:

[Resposta do ponto de vista da disciplina de História]
a) A globalização econômica tornou o mundo uma “aldeia global” através do livre cambismo que propiciou uma ampla circulação de mercadorias e maior concorrência. O Estado tornou-se menor, mais enxuto, desencadeando um processo de privatização das estatais.

b) Como consequência da globalização econômica e uma forte concorrência no âmbito econômico, surgiram blocos econômicos como Mercosul em 1995, ou seja, a globalização acabou gerando uma regionalização com o surgimento destes blocos econômicos.

[Resposta do ponto de vista da disciplina de Geografia]
a) Com a dissolução da URSS e falência do bloco socialista, o sistema de poder baseada na bipolaridade foi substituído pela multipolaridade, contexto em que a globalização começa a se consolidar, portanto, dentre as características da globalização pode-se mencionar: a adoção da doutrina neoliberal permitindo a abertura dos mercados; a formação dos blocos econômicos integrando a economia regional; o desenvolvimento tecnológico permitindo a integração por meio dos transportes, telecomunicações e infovias; a transnacionalização da produção instalando unidades fabris em países periféricos; a desnacionalização da produção de países periféricos.

b) Dentre os problemas de âmbito econômico-social resultantes da globalização, pode-se citar: o aumento do desemprego, especialmente do tipo estrutural, em razão da automação dos setores produtivos; o aumento do abismo entre a riqueza e a pobreza seja em nível nacional ou internacional; a pauperização da relação trabalhista advinda da terceirização da produção.  



  
5.   É na segunda metade do século XV que a África negra descobre os portugueses. Ela se compõe de um mosaico de povos, Estados e impérios (animistas ou islamizados) que nem a coroa nem os marinheiros de Lisboa jamais conseguirão dominar. O fim do século é marcado, entre outras coisas, pela expansão do Império de Gao e pela ascensão da dinastia Askia no Sudão ocidental. Mas é preciso lembrar as inúmeras redes comerciais que não haviam esperado os europeus para promover a circulação de escravos.

Adaptado de Serge Gruzinski, A passagem do século 1480-1520. As origens da globalização. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 56-57.

a) Que elementos do texto acima indicam que o continente africano tinha, naquele período, formas de organização complexas?
b) Como os agentes portugueses organizaram a economia do tráfico na Era Moderna? 


Resposta:

       Podemos citar a existência de “Estados e impérios” e de “redes comerciais”.
       O comércio de escravos ocorria por meio do estabelecimento de feitorias no litoral africano, onde os escravos eram adquiridos através da prática do escambo com as tribos africanas. Depois, os escravos eram vendidos pelos portugueses no além-mar, em especial no Brasil.





Revolução Francesa e Estados gerais.



Revolução Francesa e os estados gerais. A Revolução Francesa,´considerada o marco inaugurador da História contemporânea, é um dos assuntos mais importantes para a banca de História da Uerj. Sabendo que 70 % da prova de história geral da Uerj é composta de História contemporânea, devemos dominar a forma como o assunto cai na prova para não sermos surpreendido no dia "D".
Como bônus, segue nos comentários do vídeo link para um simulado sobre o tema. Após resolver o simulado, você terá acesso ao resultado de seu desempenho e ao gabarito comentado.






Bons estudos!!!!

Professor Arão Alves



terça-feira, 11 de outubro de 2016

Simulado ENEM com gabarito comentado




1.  



As novas tecnologias foram massificadas, alcançando e impactando de diferentes formas os lugares. A ironia proposta pela charge indica que o acesso à tecnologia está
a) vinculado a mudanças na paisagem.   
b) garantido de forma equitativa aos cidadãos.   
c) priorizado para resolver as desigualdades.   
d) relacionado a uma ação redentora na vida social.   
e) dissociado de revoluções na realidade socioespacial.   


Resposta:

[E]

A charge indica o paradoxo entre a questão socioeconômica e o uso de tecnologia ao expor que as desigualdades sociais ainda se postergam a despeito das revoluções tecnológicas.

Estão incorretas as alternativas:
[A] porque a charge não indica mudanças na paisagem;
[B] porque o acesso à tecnologia depende da condição socioeconômica;
[C] porque o desenvolvimento tecnológico objetiva o mercado e não as desigualdades sociais;
[D] porque a charge indica condições precárias de vida.



  
2.  



O processo indicado no gráfico demonstra um aumento significativo da população urbana em relação à população rural no Brasil. Esse fenômeno pode ser explicado pela
a) atração de mão de obra pelo setor produtivo concentrado nas áreas urbanas.   
b) manutenção da instabilidade climática nas áreas rurais.   
c) concentração da oferta de ensino nas áreas urbanas.   
d) inclusão da população das áreas urbanas em programas assistenciais.   
e) redução dos subsídios para os setores da economia localizados nas áreas rurais.   


Resposta:

[A]

Como mencionado corretamente na alternativa [A], o processo de urbanização está associado ao êxodo rural que desloca para as cidades, grande contingente de mão de obra absorvido ou não, pelos setores secundário e terciário. Estão incorretas as alternativas: [B], porque a migração rural urbana não é resultante da questão climática; [C], porque o deslocamento para áreas urbanas não resulta da oferta de ensino, mas de empregos; [D], porque os programas assistenciais atendem baixa renda, independente de seu domicílio; [E], o êxodo rural decorre das condições precárias para as famílias de baixa renda do campo.



  
3.   Energia de Noronha virá da força das águas
A energia de Fernando de Noronha virá do mar, do ar, do sol e até do lixo produzido por seus moradores e visitantes. É o que promete o projeto de substituição da matriz energética da ilha, que prevê a troca dos geradores atuais, que consomem 310 mil litros de diesel por mês.
GUIBU, F. Folha de S. Paulo, 19 ago. 2012 (adaptado).


No texto, está apresentada a nova matriz energética do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha. A escolha por essa nova matriz prioriza o(a)
a) expansão da oferta de energia, para aumento da atividade turística.   
b) uso de fontes limpas, para manutenção das condições ecológicas da região.   
c) barateamento dos custos energéticos, para estímulo da ocupação permanente.   
d) desenvolvimento de unidades complementares, para solução da carência energética local.   
e) diminuição dos gastos operacionais de transporte, para superação da distância do continente.   


Resposta:

[B]

Como mencionado corretamente na alternativa [B], a adoção de matrizes energéticas renováveis e limpas objetiva a manutenção das condições ecológicas da área. Estão incorretas as alternativas: [A] e [C], porque o objetivo não é o aumento do turismo ou a ocupação permanente da área; [D], porque a adoção de fontes limpas irá substituir e não complementar a produção termoelétrica; [E], porque o texto não faz referencia ao transporte.



  
4.   O ícone dos conflitos que assolam a região da bacia do Xingu na atualidade é o projeto da hidrelétrica de Belo Monte. Prevista para ser implantada no Médio Xingu, tem a capacidade de gerar, segundo os estudos da Eletronorte, 11 mil megawatts de energia, o que faria dela a segunda maior hidrelétrica do Brasil. Entre adesivos que refletem o teor polêmico do projeto – “Eu quero Belo Monte” e “Fora Belo Monte” –, os moradores de Altamira, cidade polo da região onde a usina deverá ser construída, se dividem.

MARTINHO, N. O coração do Brasil. Horizonte Geográfico, n. 129, jun. 2010 (adaptado).


Na polêmica apresentada, de acordo com a perspectiva dos trabalhadores da região, um argumento favorável e outro contrário à implementação do projeto estão, respectivamente, na
a) urbanização da periferia e valorização dos imóveis rurais.   
b) recuperação da autoestima e criação de empregos qualificados.   
c) expansão de lavouras e crescimento do assalariamento agrícola.   
d) captação de investimentos e expropriação dos posseiros pobres.   
e) adoção do preservacionismo e estabelecimento de reservas permanentes.   


Resposta:

[D]

A implantação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte traz benefícios como o direcionamento de investimentos para a região podendo alavancar setores da economia, porém, ao mesmo tempo resulta em prejuízos para a população que não tem acesso legal à terra e que, dessa forma, não seria beneficiária de indenizações. Estão incorretas as alternativas [A], [B] e [C] porque a urbanização da periferia e a valorização dos imóveis rurais não são consequências diretas da implantação da usina; [D], porque a implantação da usina não é um processo preservacionista.



  
5.   Sabe-se o que era a mata do Nordeste, antes da monocultura da cana: um arvoredo tanto e tamanho e tão basto e de tantas prumagens que não podia homem dar conta. O canavial desvirginou todo esse mato grosso do modo mais cru: pela queimada. A fogo é que foram se abrindo no mato virgem os claros por onde se estendeu o canavial civilizador, mas ao mesmo tempo devastador.

FREYRE, G. Nordeste. São Paulo: Global, 2004 (adaptado).


Analisando os desdobramentos da atividade canavieira sobre o meio físico, o autor salienta um paradoxo, caracterizado pelo(a)
a) demanda de trabalho, que favorecia a escravidão.   
b) modelo civilizatório, que acarretou danos ambientais.   
c) rudimento das técnicas produtivas, que eram ineficientes.   
d) natureza da atividade econômica, que concentrou riqueza.   
e) predomínio da monocultura, que era voltada para exportação.   


Resposta:

[B]

Como mencionado corretamente na alternativa [B], o autor associa a ocupação do nordeste brasileiro por meio da produção canavieira com o forte impacto ambiental trazido por ela, caracterizando dessa forma, a contradição. Estão incorretas as alternativas: [A], porque não há referencias ao processo de escravidão; [C], porque não há referencias às técnicas utilizadas, mas à ocupação do espaço de forma predatória; [D], porque não há referencias ao modelo concentrador de capital; [E], porque embora a produção canavieira seja monocultora e voltada à exportação, o autor ressalta o aspecto ambiental da ocupação do espaço para essa produção.






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