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domingo, 10 de novembro de 2013

Questões discursivas recentes com gabarito comentado



Grupo de estudo para específicas: https://www.facebook.com/groups/660763183949872/


1. (Ufg 2013)  Leia as narrativas históricas a seguir.



As duas histórias apresentadas narram um evento da história do Brasil. Essas narrativas elaboram cenários diferenciados sobre a relação entre indígenas e portugueses. Comparando as narrativas históricas apresentadas, 

a) Qual a diferença de interpretação entre a narrativa 1 e a narrativa 2?
b) Explique o que permite que o mesmo evento histórico seja narrado de forma diferente.


Resposta:

a) A diferença básica entre as duas narrativas é que a primeira trata a relação entre europeus e indígenas como benéfica para os indígenas que, desorganizados, teriam sido introduzidos à civilidade pelos europeus. E a segunda trata a relação entre europeus e indígenas como prejudicial aos indígenas, uma vez que os mesmos, vivendo a sua maneira, foram desrespeitados e dizimados pelos europeus.

b) O que permite que um mesmo evento histórico seja narrado de forma diferente são o narrador e o uso que ele faz das fontes históricas. Nesse caso, especificamente, quando os portugueses narram seus próprios feitos, eles afirmam terem civilizado os indígenas brasileiros, um povo completamente desorganizado aos seus olhos. Já na perspectiva do povo indígena, que tinha uma cultura própria, o contato europeu representou uma dizimação e uma destruição cultural.



  
2. (Uel 2013)  Leia o texto a seguir, escrito pelo Padre Antonil em 1711.

Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar a fazenda, nem ter engenho corrente. E do modo como se há com eles, depende tê-los bons ou maus para o serviço. Por isso, é necessário comprar cada ano algumas peças e reparti-las pelos partidos, roças, serrarias e barcas. E porque comumente são de nações diversas, e uns mais boçais que outros e de forças muito diferentes, se há de fazer a repartição com reparo e escolha, e não às cegas.
No Brasil, costumam dizer que para o escravo são necessários PPP, a saber, pau, pão e pano. E, posto que comecem mal, principiando pelo castigo que é o pau, contudo, prouvera a Deus que tão abundante fosse o comer e o vestir como muitas vezes é o castigo, dado por qualquer causa pouco provada, ou levantada; e com instrumentos de muito rigor, ainda quando os crimes são certos, de que se não usa nem com os brutos animais...

(Adaptado de: ANTONIL, A. J. Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas. 3.ed. Belo Horizonte: Itatiaia/Edusp, 1982. p.89. Coleção Reconquista do Brasil. Disponível em: . Acesso em: 1 ago. 2012.)

a) Considerando o Período Colonial brasileiro, explique a afirmativa “Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho”.
b) Qual a posição assumida pelo Padre Antonil frente ao tratamento dispensado aos escravos?


Resposta:

a) O candidato deve relacionar a noção de que os escravos são as mãos e os pés dos senhores de engenho com os trabalhos na propriedade rural, do plantio ao fabrico do açúcar. Isto é, constituem as bases fundamentais da economia colonial.
b) Em relação ao tratamento dispensado aos escravos, Antonil observa que, embora seja recomendado que se empreguem os PPP, muitas vezes os castigos são mais abundantes que a vestimenta e a alimentação, ou seja, Antonil indica o desequilíbrio no tratamento dado aos escravos. Em outras palavras, recomenda aos senhores que castiguem os escravos na “medida correta”, sem exageros.



  
3. (Unesp 2013) 


                                              O rei, nosso Senhor e amo, dorme o sono da... indiferença.

Os jornais, que diariamente trazem os desmandos desta situação, parecem produzir em Sua Majestade o efeito de um narcótico.
Bem aventurado, Senhor! Para vós, o reino do céu e para o nosso povo... o do inferno!
(Angelo Agostini. Revista Illustrada, 05.02.1887. Adaptado.)


Cite dois elementos presentes na charge ou na sua legenda, que mostrem críticas ao imperador D. Pedro II, e identifique duas dificuldades enfrentadas pela monarquia nas décadas de 1870 e 1880.


Resposta:

O imperador é representado dormindo, indicando sua pouca preocupação com a situação do país. Os jornais, no colo ou empilhados na mesa, parecem abandonados, indicando o desinteresse do imperador pelo que eles noticiam; a charge destaca a idade avançada do imperador, sugerindo falta de vigor.
As principais dificuldades estão relacionadas às “questões” da época, representando a oposição de militares, Igreja Católica e dos abolicionistas. Pode-se destacar a difusão do positivismo ou do republicanismo.



  
4. (Ufg 2013)  Leia o documento a seguir.

A que causa devíamos atribuir esta irrupção da cólera ou, melhor, a que causa não a atribuirmos – Seria talvez a carne estragada que éramos obrigados a comer, ou a fome curtida quando as náuseas venciam o apetite, ou ainda o insuportável ardor dos incêndios que nos escaldavam o sangue, quiçá a infecção oriunda de todas as substâncias vegetais que devorávamos, brotos, frutos verdes e podres, ou também, enfim, a insalubridade do ar viciado pela água estagnada dos  charcos e lodaçais que naquela região tanto abundam.
Supunham alguns fosse o próprio inimigo o veiculador do cólera. É muito possível que aos paraguaios houvesse acontecido – embora jamais suportassem as mesmas privações que nós – porque, de seu exército do Sul, dizimado pelo flagelo, tinham recebido reforços. Uma circunstância ocorria fazendo-nos crer que também reinasse o mal em suas fileiras: a frouxidão, para o fim, dos ataques, embora sempre frequentes.

TAUNAY, Alfredo d´Escragnolle. A retirada de Laguna. 1870. p. 57. Disponível em: . Acesso em: 20 mar 2013. (Adaptado).

O documento apresentado, publicado em 1870, relata um dos principais eventos da Guerra do Paraguai, a Retirada de Laguna. Com base na leitura do documento, explique
a) as condições a que as tropas brasileiras foram submetidas, durante o conflito;
b) uma consequência para a política interna brasileira, com o fim da Guerra do Paraguai.


Resposta:

a) A partir do texto, podemos perceber que as tropas brasileiras eram submetidas a condições péssimas na Guerra do Paraguai. “Carne estragada”, “náuseas causadas pela fome”, “incêndios”, “infecções oriundas dos vegetais estragados que comiam” são algumas das informações fornecidas pelo autor que demonstram como era a vida das tropas brasileiras no conflito.

b) A Guerra do Paraguai conferiu enorme poder ao exército brasileiro. Os muitos soldados e comandantes que voltaram da guerra passaram a questionar, então, a escravidão e a forma de governo do Brasil. Essa influência do exército brasileiro vai terminar na Proclamação da República, alguns anos à frente.



  
5. (Unicamp 2013)  Após a queda da monarquia, a República tentou ligar-se à memória da abolição. Seu principal argumento era a recusa do Exército em capturar os escravos fugidos. Reivindicava-se, assim, o reconhecimento dos republicanos militares como atores da abolição e redentores da pátria livre. Nas comemorações oficiais da abolição, o 13 de maio e o 15 de novembro eram apresentados como datas complementares de um mesmo processo de modernização do país, abrindo as portas do Brasil ao progresso e à civilização. De modo complementar, ligava-se o sistema monárquico à escravidão e ao atraso do país.

(Adaptado de Robert Daibert Jr., “Guerra de Versões”. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, jun. 2008. http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/guerra-de-versoes. Acessado em 30/09/2012.)

a) Explique por que o regime republicano associou a monarquia à escravidão.
b) Como a questão militar contribuiu para o fim do Império do Brasil?


Resposta:

a) De acordo com a ideologia positivista, presente no Exército Brasileiro, era necessário superar o atraso do Brasil, implementando o progresso. A monarquia e a escravidão eram associadas ao atraso, a república e a abolição, associadas ao progresso. Os militares se identificavam como os defensores do progresso e da liberdade.
b) A Questão Militar representou uma série de problemas entre Imperador e militares que desde a Guerra do Paraguai reivindicavam uma maior participação e envolvimento nas decisões políticas. As ideias positivistas muito presentes no meio militar levaram os membros da alta hierarquia a liderar o processo de proclamação da República.



  
6. (Ufg 2013)  Analise os documentos a seguir.

Art. 1º. As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos do Brasil, tendo a seu bordo escravos, ou havendo-os desembarcado, serão apreendidas pelas autoridades, ou pelos navios de guerra brasileiros, e consideradas importadoras de escravos.
Art. 4. A importação de escravo no território do Império fica nele considerada como pirataria, e será punida pelos seus tribunais com as penas declaradas no Código Criminal.

LEI EUSÉBIO DE QUEIRÓZ, de 4 de setembro de 1850. Disponível em: . Acesso em: 26 out. 2012. (Adaptado).

Art. 1º. Ficam proibidas as aquisições de terras devolutas por outro título que não seja o de compra.
Art. 18. O Governo fica autorizado a mandar vir anualmente à custa do Tesouro certo número de colonos livres para serem empregados, pelo tempo que for marcado, em estabelecimentos agrícolas, ou nos trabalhos dirigidos pela Administração pública, ou na formação de colônias nos lugares em que estas mais convierem; tomando antecipadamente as medidas necessárias para que tais colonos achem emprego logo que desembarcarem.

LEI DE TERRAS, de 18 de setembro de 1850. Disponível em: . Acesso em: 26 out. 2012. (Adaptado).

A promulgação da Lei Eusébio de Queiróz e da Lei de Terras revela uma preocupação latente com a definição do estatuto da escravidão e da propriedade fundiária no Brasil. Com base nos documentos apresentados e considerando-se o contexto do Segundo Império, explique
a) uma consequência socioeconômica da implementação da Lei Eusébio de Queiróz, no Rio de Janeiro;
b) as mudanças na estrutura produtiva brasileira, proporcionadas pelas duas leis.  


Resposta:

a) A implementação da Lei Eusébio de Queiróz teve as seguintes consequências socioeconômicas para a cidade do Rio de Janeiro (o candidato deve indicar apenas uma):
- inversão dos investimentos aplicados no tráfico de escravos para a consolidação da infraestrutura da cidade. Nesse sentido, as ações podem assim ser descritas: 1) implantou-se a malha ferroviária, a partir de 1864, bem como a primeira linha de telégrafo, em 1852; 2) ampliou-se o sistema bancário;
- intensificação do comércio de produtos com a Europa, que incidiu no aumento das importações de bens de consumo;
- melhorias na estrutura urbana da capital, que podem ser identificadas por meio da construção de palácios, do calçamento de ruas, da instalação de iluminação a gás e de bonde com tração animal.

b) As leis, aprovadas com uma diferença de duas semanas, transformaram diretamente a estrutura econômica do Segundo Império. Por um lado, a implementação da Lei Eusébio de Queiróz trouxe como consequência a diminuição da oferta de mão de obra escrava, necessária à manutenção da vida econômica nacional, principalmente em São Paulo, onde a cafeicultura utilizava-se do trabalho compulsório em larga escala. Na indisponibilidade da utilização da mão de obra escrava, o incentivo à imigração foi o mecanismo substitutivo encontrado, capaz de evitar a crise da economia nacional. Ao mesmo tempo, a implementação da mão de obra livre foi feita de modo condicional, com o objetivo de garantir o controle da propriedade fundiária, restringindo-lhe o acesso – esse controle e restrição foram normatizados pela Lei de Terras. Com a implementação dessa lei, o acesso a terra, que antes era considerada sem valor, ficou restrito àqueles que possuíam condições de adquiri-la por meio da compra e de registrá-la. Esse dispositivo visava impedir que os trabalhadores recém-chegados pleiteassem a posse do solo onde trabalhavam e, ao mesmo tempo, tornou-os dependentes das relações de trabalho impostas pelos proprietários da terra. Em virtude disso, por um lado, ambas as leis garantiram que o instrumento promotor da riqueza individual permanecesse nas mãos da elite proprietária, por outro, sua aplicação modificou a estrutura produtiva da agricultura brasileira.



  
7. (Unicamp 2013)  Em janeiro de 1932, o aniversário de São Paulo foi comemorado com enorme comício na Praça da Sé. A multidão empunhava bandeiras do Estado, além de cartazes com palavras de ordem como “Tudo pelo Brasil! Tudo por São Paulo!”, “Abaixo a ditadura!”, ou ainda “Constituição é Ordem e Justiça!”.

(Ilka Stern Cohen, “Quando perder é vencer”. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, jul. 2012. http://www.revistadehistoria.com.br/secao/dossie-imigracao-italiana/quando-perder-e-vencer. Acessado em 05/10/2012.)

a) Aponte dois aspectos que contribuíram para a tensão entre o governo Vargas e o Estado de São Paulo, em 1932.
b) Explique por que a Constituinte era uma reivindicação dos paulistas.


Resposta:

a) A derrubada de Washington Luís e chegada de Vargas ao poder representou a derrubada da oligarquia paulista. Vargas implementou um governo intervencionista e centralista em termos políticos, com a nomeação de interventores para os estados e em termos econômicos na política de valorização do café. Houve críticas, também ao autoritarismo do governo.
b) A elaboração de uma nova Constituição, iria implementar um caráter legal ao governo, além de eliminar o autoritarismo do governo provisório e possibilitar uma volta das oligarquias ao poder.



  
8. (Ufg 2013)  Analise o fragmento a seguir.

Algumas pessoas ficaram histéricas quando ouviram Alegria, Alegria com arranjos de guitarras elétricas. A estes, tenho a declarar que adoro guitarras elétricas. Outros insistem que devemos nos folclorizar. Nego-me a folclorizar meu subdesenvolvimento para compensar as dificuldades técnicas. Ora, sou baiano, mas a Bahia não é só folclore. E Salvador é uma cidade grande. Lá não tem apenas acarajé, mas também lanchonetes e hotdogs, como em todas as cidades grandes.

VELOSO, Caetano. Apud COELHO, Cláudio. A Tropicália: cultura e política nos anos 60. In: Tempo Social, v. 1 (2), 1989, p. 167.

O Tropicalismo foi um movimento cultural brasileiro formado no final da década de 1960, sob o regime militar. A apresentação da canção “Alegria, alegria” no festival de 1967 foi considerada um dos marcos fundadores desse movimento. Com base no fragmento apresentado, explique
a) uma característica do Tropicalismo;
b) a reação do público à apresentação de “Alegria, alegria”.  


Resposta:

a) O tropicalismo foi caracterizado pela superação de diferentes dicotomias. Duas características deste movimento aparecem no fragmento apresentado (o candidato deve explicar apenas uma característica). São elas:
- a superação da dicotomia nacional/estrangeiro: o tropicalismo expressou uma retomada do manifesto antropofágico da década de 1920 ao propor a incorporação e a deglutição das influências estrangeiras para a elaboração da cultura nacional. Nesse sentido, o uso de guitarras elétricas e a afirmação da existência de hotdogs na Bahia indicam a necessidade de apropriação do estrangeiro pelo nacional;
- a superação da dicotomia tradicional/moderno: a Tropicália expressou a simbiose entre o moderno e o tradicional, produzindo uma arte metropolitana. No fragmento apresentado, a guitarra elétrica, as lanchonetes e os hotdogs são metáforas da cultura estrangeira e da ideia de moderno, ao passo que o folclore e o acarajé são expressões do tradicional.

b) A reação do público à apresentação de Alegria, Alegria foi de rejeição, expressando uma concepção de cultura brasileira subserviente a uma identidade nacional que se nutre apenas do que é endógeno. Quando Caetano menciona “insistem que devemos nos folclorizar”, dirige a crítica a uma concepção de cultura que, no período, valorizava o folclore e a tradição musical brasileira (bossa nova, samba). Por isso, o uso de guitarras elétricas manifestava a influência do imperialismo estadunidense, que, por ser exógeno à cultura brasileira, devia ser rejeitado.



  
9. (Ufpr 2013)  No Brasil, os vinte primeiros anos do século XX foram marcados por uma série de greves em vários setores produtivos nos nascentes centros urbanos. Disserte sobre as principais reivindicações dos grevistas naquela época, a importância dos trabalhadores imigrantes no movimento e os resultados deste movimento social ao final dos anos 1910.


Resposta:

O desenvolvimento urbano no Brasil estava limitado pelos interesses dos grandes proprietários rurais, principalmente aqueles ligados à cafeicultura. No entanto, o crescimento da indústria era real e ganhou impulso durante a Primeira Guerra Mundial.

A classe operária era formada principalmente por imigrantes italianos e seus descendentes, organizaram os primeiros sindicatos sob influência do anarquismo e algumas greves, com destaque para a greve de 1917, em São Paulo, mas que também atingiu outras cidades. As principais reivindicações estão associadas à redução da jornada de trabalho e ao aumento de salários. Outras greves ocorreram nos anos seguintes, fortalecendo o movimento operário, que passa a ser entendido com maior preocupação pelas autoridades políticas.




  
10. (Ufpr 2013)  “Diria o historiador cearense Gustavo Barroso sobre os cangaceiros: foram heróis e bandidos. Barroso prefere unir os dois adjetivos com a conjunção ‘e’ do que usar ‘ou’ para excluir uma das opções”.

(MILLAN, Polianna. “Heróis ou bandidos?”. Gazeta do Povo. 12/07/2008. http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=786236)

Comente a ideia defendida pelo historiador, explicando o contexto histórico da atuação dos bandos de cangaceiros do final do século XIX até 1940 e explorando as diferentes interpretações conferidas a esses personagens.


Resposta:


As duas visões sobre os cangaceiros podem ser percebidas dentro de uma mesma ótica, ou seja, estão relacionada ao espectador. Dessa forma, o autor pretendeu reforçar uma ideia de que, para um mesmo grupo, as camadas mais pobres e exploradas da sociedade nordestina, os cangaceiros eram heróis ao enfrentar os grandes coronéis, mas ao mesmo tempo eram bandidos, pois muitas de suas ações eram marcadas pela violência, incluindo o roubo, para que pudessem sobrevier e manter o grupo armado. 



Aula 3 - A crise no prata e a guerra do paraguai


4 comentários:

  1. Olá professor bom dia!

    Ao ler a questão 6 me veio a mente uma lei que também foi posta em prática bem próxima a lei das terras de 1850, sendo que essa lei foi os EUA. Já alguns textos a respeito, no entanto gostaria se possível de sua explicação, pois o que eu entendi é que enquanto no Brasil se fazia restringir as terras em poder de poucos devido a vários fatores como por exemplo a implantação da lei Eusébio de Queiroz e a chegada dos imigrante para tentar sanar a falta de mão de obra, enquanto isso nos EUA (1862) se fazia o contrário com a implantação da lei homestead act, era com fosse um reforma agrária. É isso professor? Esse assunto não está bem digerido em minha mente.
    Lei de Terras x Homestead Act

    Essa diferença de pesamentos e implementações provavelmente poderá talvez nos dizer o porquê dos diferentes trajetos de desenvolvimento nos dois países em questão.

    Valéria - BennyKelly - RJ

    Obrigada!

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  2. Olá professor bom dia!

    Ao ler a questão 6 me veio a mente uma lei que também foi posta em prática bem próxima a lei das terras de 1850, sendo que essa lei foi nos EUA.
    Já li alguns textos a respeito, no entanto gostaria se possível de sua explicação, pois o que eu entendi é que enquanto no Brasil se fazia restringir as terras em poder de poucos devido a vários fatores como por exemplo a implantação da lei Eusébio de Queiroz e a chegada dos imigrantes para tentar sanar a falta de mão de obra, enquanto isso nos EUA (1862) se fazia o contrário com a implantação da lei homestead act, era com fosse um reforma agrária.
    É isso professor?
    Esse assunto não está bem digerido em minha mente.

    Lei de Terras x Homestead Act

    Essa diferença de pesamentos e implementações provavelmente poderá talvez nos dizer o porquê dos diferentes trajetos de desenvolvimento nos dois países em questão.

    Valéria - BennyKelly

    Obrigada!

    ResponderExcluir
  3. Aula 3 - Segundo Império - 1º parte -falo sobre isso aproximadamente nos últimos 5 minutos do vídeo.

    segue o link do curso, basta procurar o vídeo

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  4. http://araoalves.blogspot.com.br/2013/10/curso-de-historia-do-brasil-para-provas.html

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