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sábado, 28 de setembro de 2013

Brasil Colônia e atualidades - Questões com gabarito





Grupo de estudo para específica da Uerj: https://www.facebook.com/groups/660763183949872/

1. (Pucpr)  "O açúcar - que se fez acompanhar sempre do negro - adoçou tantos aspectos da vida brasileira que não se pode separar dele a civilização nacional. Deu-nos as sinhás de engenho. As mulatas dengosas. Os diplomatas maneirosos, tipo barão de Penedo, barão de Itamaracá, Sérgio Teixeira. Os políticos baianos - os mais melífluos e finos do Brasil. As toadas dos cambiteiros. Os cantos das almajarras. As variações brasileiras da arte do papel rendilhado de tabuleiro de bolo e do doce de dia de festa. Os poetas de madrigais mais suaves. Alguns pregões brasileiríssimos: 'Sorvete, iaiá! É de maracujá'."    Fonte: FREYRE, Gilberto. "Açúcar". São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p. 55
Sobre a economia e a sociedade do Brasil colonial, marque a alternativa CORRETA:
(A) Do ponto de vista econômico e social, o cultivo e a exportação do fumo ultrapassava em importância e quantidade a produção do açúcar brasileiro.   
(B) A instalação de um engenho era um empreendimento caro. Eram necessários vários itens: propriedade, gado, pastagens, escravos, equipamentos, entre outros.   
(C) A atividade de maior prestígio e importância nessa época era o comércio, deixando em segundo plano o desejo de ser senhor de engenho.   
(D) A maior parte da população nesse período estava nas cidades, em especial nas regiões Sul e Sudeste.   
(E) Desde o início da produção de açúcar - décadas de 1530-1540 -, o Brasil sofreu a concorrência do cultivo do açúcar nas Antilhas. Essas lavouras eram dominadas especialmente pelos espanhóis.   
 
2. (Mackenzie)  "Os bandeirantes foram romantizados (...) e postos como símbolo dos paulistas e do progresso, associação enobrecedora. A simbologia bandeirante servia para construir a imagem da trajetória paulista como um único e decidido percurso rumo ao progresso, encobrindo conflitos e diferenças."          (Abud, K. Maria. In: Matos, M. I. S. de São Paulo e Adoniram Barbosa)
Ainda que essa imagem idealizada do bandeirante tenha sido uma construção ideológica, sua importância, no período colonial brasileiro, decorre:
(A)  de sua iniciativa em atender à demanda de mão de obra escrava do Brasil Holandês, durante o governo de Maurício de Nassau.    
(B)  de sua extrema habilidade para lidar com o nativo hostil, garantindo sua colaboração espontânea na busca pelo ouro.    
(C)  de sua colaboração no processo de expansão territorial brasileira, à medida que ultrapassou o Tratado de Tordesilhas e fundou povoados, garantindo, futuramente, o direito de Portugal sobre essas terras.    
(D)  de sua atuação decisiva na Insurreição Pernambucana, que resultou na expulsão dos holandeses do nordeste, em 1654, considerada como o primeiro movimento de cunho emancipacionista da colônia.    
(E)  da colaboração dos mesmos na formação das Missões Jesuíticas, cujo objetivo era a proteção e catequização de índios tupis, obstáculo à ocupação do território colonial.   
 
3. (Ufpel)        "(...) da amizade dos índios depende em parte o sossego e a conservação da colônia do Brasil e que se tendo isto em vista deve-se-lhe permitir conservar a sua natural liberdade, mesmo aos que





no tempo do rei de Espanha caíram ou por qualquer meio foram constrangidos à escravidão, como eu próprio fiz libertando alguns. Devem-se dar ordens, também, para que não sejam ultrajados pelos seus 'capitães', ou alugados a dinheiro ou obrigados contra sua vontade a trabalhar nos engenhos; ao contrário deve-se permitir a cada um viver do modo que entender e trabalhar onde quiser, como os da nossa nação (...)."    Fragmento do relatório de Maurício de Nassau aos diretores da Companhia das Índias Ocidentais, em 1644.

O documento demonstra que, durante
(A) a Insurreição Pernambucana, a Companhia das Índias Ocidentais era contrária a qualquer trabalho escravo na produção açucareira.   
(B) a União Ibérica, os holandeses proibiram o tráfico de escravos para o Brasil e promoveram a liberdade aos indígenas.   
(C) o período Colonial, a escravização indígena foi inexistente, devido aos interesses estratégicos e comerciais dos europeus.   
(D) as ocupações francesas, no nordeste do Brasil, ocorreram transformações nas relações dos europeus com as populações nativas, no que se refere ao trabalho cativo.   
(E) a ocupação holandesa, no nordeste brasileiro, foi combatida a escravização indígena promovida pelos ibéricos.   
 
4. (G1 - cftce)  A anulação do Tratado de Tordesilhas, e a utilização do princípio "uti possidetis", que determinou que Sacramento ficaria com a Espanha, e Sete Povos das Missões ficaria com Portugal, ocorre mediante assinatura do Tratado de:

(A) Lisboa (1681)     (B) Utrecht (1715)     (C) Madri (1750)    (D) El Pardo (1761)  (E) Santo Ildefonso (1777)   
 

5. (Ufsm)  "Diz-se geralmente que a negra corrompeu a vida sexual da sociedade brasileira (...). É absurdo responsabilizar-se o negro pelo que não foi obra sua (...), mas do sistema social e econômico em que funcionaram passiva e mecanicamente. Não há escravidão sem depravação sexual. É da essência mesma do regime. (...) Não era o negro (...) o libertino: mas o escravo a serviço do interesse econômico e da ociosidade voluptuosa dos senhores. Não era a 'raça inferior' a fonte de corrupção, mas o abuso de uma raça por outra".  FREYRE, Gilberto. "Casa-grande & senzala". Rio de Janeiro: Record, 2001. p. 372 e 375.

Considerando o texto, é correto afirmar que a degradação moral da sociedade açucareira do Nordeste brasileiro tinha como eixo
(A) a estrutura frágil da Igreja colonial e seu reduzido trabalho na disseminação dos valores cristãos.   
(B) as relações de poder entre a metrópole e a colônia, desfavoráveis a essa última quanto aos preços dos seus produtos.   
(C) a complexa formação étnica da sociedade açucareira, misturando raças em detrimento dos costumes portugueses.   
(D) a natural corrupção do ser humano, que jamais encontra limites, seja na Igreja ou polícia, para a expressão dos instintos.   
(E) as relações sociais de produção do engenho açucareiro, base da ordem social colonial.   
 
6. (G1 - cftce)  Durante a fase colonial, o Brasil foi alvo de vários ataques estrangeiros, sendo um deles em Pernambuco, marcado pela administração de João Maurício de Nassau. Este representava:
(A) Os interesses da burguesia inglesa que avançava na sua acumulação primitiva de Capital, ao explorar o açúcar brasileiro.   
(B) A reação dos judeus portugueses interessados em manter o exclusivo comércio do pau-brasil.   
(C) Os interesses dos holandeses, que, através da Companhia das Índias Ocidentais, queriam voltar a ter o controle do comércio do açúcar, perdido com a União Ibérica.   







(D) A tentativa dos protestantes franceses de fundarem uma colônia de povoamento.   
(E) A intenção da Coroa Portuguesa de garantir a efetiva exploração aurífera na região.   
 
7. (Pucpr)  Considerando a economia Colonial e Imperial no Brasil, a mão de obra escrava negra esteve MENOS presente nos trabalhos:
(A) das atividades dos cafezais fluminenses (Rio de Janeiro).   (B) do ciclo do ouro ou da mineração.   
(C) do ciclo do gado ou pecuária nordestina.         (D) do ciclo do açúcar ou açucareiro.   
                                                (E) do pequeno ciclo dos diamantes, paralelo ao ciclo da mineração.   
 
8. (Unifesp)  Com relação à economia do açúcar e da pecuária no nordeste durante o período colonial, é correto afirmar que:
(A) por serem as duas atividades essenciais e complementares, portanto as mais permanentes, foram as que mais usaram escravos.   
(B) a primeira, tecnologicamente mais complexa, recorria à escravidão, e a segunda, tecnologicamente mais simples, ao trabalho livre.   
(C) a técnica era rudimentar em ambas, na agricultura por causa da escravidão, e na criação de animais por atender ao mercado interno.   
(D) tanto em uma quanto em outra, desenvolveram-se formas mistas e sofisticadas de trabalho livre e de trabalho compulsório.   
(E) por serem diferentes e independentes uma da outra, não se pode estabelecer qualquer tentativa de comparação entre ambas.   
 
9. (Fatec)  Os holandeses permaneceram no Brasil, em Pernambuco, de 1630 até 1654; conquistaram terras, desenvolveram a indústria açucareira e urbanizaram Recife.

É correto afirmar, ainda, que
(A) foram traídos por Domingos Fernandes Calabar quando invadiram o Brasil.   
(B) invadiram primeiramente o Rio de Janeiro, onde fundaram o Brasil Holandês, uma colônia totalmente formada por protestantes.   
(C) dominaram grande parte dos senhores de engenho preocupados não só em escravizar os índios para trabalhar na lavoura mas também em destruir o Quilombo de Palmares.   
(D) fundaram o Arraial do Bom Jesus, de onde partiram e dominaram por completo os brasileiros.   
(E) tiveram em Maurício de Nassau a maior figura holandesa no Brasil, pois foi ele quem reorganizou a vida econômica, após ter garantido a ocupação do território.   

10- Houve tentativas de impedir a votação na Justiça, bate-boca inflamado de parlamentares, e até abandono do plenário, por parte da bancada do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Mas, depois de três horas de debate, deputados e senadores conseguiram derrubar o veto presidencial (...) Com base nas informações acima e em suas leituras de periódicos, ao longo do último bimestre, podemos concluir que o texto jornalístico em negrito aborda qual das seguintes questões nacionais destacadas abaixo?

(A)       A presença do Deputado e pastor Marco Feliciano na presidência  da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de deputados.
(B)       As disputas políticas diretamente relacionadas ao fechamento do Estádio do Engenhão, após laudo que aponta risco de desabamento
(C)       As divergências estão relacionadas ao lobby de empresas petrolíferas que tentam impedir a liberação, por parte do governo, da fabricação de automóveis  movidos a eletricidade.
(D)       A mudança em uma regra, que já estava em vigor desde dezembro, altera os montantes  recebidos por Estados e municípios, e significa uma perda imediata de receita para os grandes produtores de petróleo.
(E)       A antecipação da campanha eleitoral de 2014 para  o final de  2013, proposta combatida pelas bancadas do estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo
Gabarito: 

Resposta da questão 1:
 [B]  

Resposta da questão 2:
 [C]  

Resposta da questão 3:
 [E]  

Resposta da questão 4:
 [C]  

Resposta da questão 5:
 [E]  

Resposta da questão 6:
 [C]  

Resposta da questão 7:
 [C]  

Resposta da questão 8:
 [B]  


Resposta da questão 9:
 [E]  

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