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Oriente Médio e Palestina

sábado, 23 de julho de 2011

China, Japão, História e Guerra cambial

Ator central do espectro da “guerra cambial” que paira sobre o mundo, a China resistirá ao máximo ao apelo internacional para que aprecie sua moeda de maneira expressiva. A decisão do Japão de sucumbir à pressão dos Estados Unidos e aceitar a valorização de sua moeda em 1985 é uma das principais razões apresentadas por muitas das autoridades chineses para resistir ao coro global a favor da apreciação do yuan.
“A China não repetirá o erro do Japão”, avisou há duas semanas Li Daokui, economista e membro do comitê de política monetária do Banco do Povo da China. Depois de permitir a apreciação do iene, o Japão entrou em um período de especulação que levou à formação de bolhas de ativos. Quando elas estouraram, no início dos anos 90, o país mergulhou na chamada “década perdida”, da qual ainda não conseguiu se recuperar totalmente.
Ainda que muitos sustentem que a crise foi originada por outros fatores que não a mudança cambial, a China não está disposta a correr o risco de repetir a história do país vizinho, o qual acaba de deixar para trás na corrida pelo posto de segunda maior economia do mundo.
A mudança cambial do Japão ocorreu a partir do Acordo Plaza, assinado em setembro de 1985 em Nova York pelos países que integravam o G5 _Estados Unidos, Japão, Alemanha, França e Inglaterra. O pacto decorreu da ação coordenada entre as maiores economias industrializadas, movimento semelhante ao defendido agora pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para enfrentar a ameaça de uma “guerra cambial”. O objetivo do Acordo Plaza era desvalorizar a moeda dos Estados Unidos, que acumulava grandes déficits comerciais, e apreciar o iene. A moeda japonesa estava cotada na época a 240 por dólar. Em 1987, já estava em 130 por dólar. Atualmente, gira em torno de 85.
A China considera seu sistema cambial uma questão de política interna, em relação à qual os demais países não devem se manifestar _mesmo que ela afete preços relativos do comércio global. O controle da taxa de câmbio é visto como elemento central da estratégia de desenvolvimento do país, na qual as exportações cumprem papel relevante. “A apreciação do yuan antes que a China seja realmente próspera vai prejudicar o desenvolvimento sustentável da indústria manufatureira”, escreveu no jornal oficial China Daily o economista Mei Xinyu, da Academia Chinesa de Comércio Internacional e Cooperação Econômica, ligada ao Ministério do Comércio.
Na opinião de Mei, a China sofreria mais que o Japão na hipótese de apreciação significativa da moeda, em razão dos diferentes estágios de suas economias. “O Japão havia entrado na fase pós-industrial e já integrava a lista dos países desenvolvidos naquela época [1985], enquanto a China ainda percorre o caminho da industrialização.”
Mas como a China de hoje, o Japão dos anos 80 tinha grandes superávits comerciais com os Estados Unidos, acumulava reservas estrangeiras e usava sua poupança para comprar títulos do Tesouro norte-americano. E como a China de hoje, o Japão também emergia como um país capaz de desafiar a posição dos Estados Unidos como grande potência mundial. Isso faz com que não poucos em Pequim tenham teorias conspiratórias, que vêem na pressão norte-americana pela valorização do yuan uma estratégia para minar a ascensão chinesa.

http://blogs.estadao.com.br/claudia-trevisan/about/

Simulado: do Iluminismo a expansão imperialista

Do Iluminismo a expansão imperialista:




http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=16813403

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Homenagem aos alunos de 2008 - OSCAEL

Aos alunos que não conseguiram gravar suas apresentações ai está uma pequena parte dos trabalhos apresentados no ano de 2008 na disciplina de História. Boas recordações!!!



sábado, 16 de julho de 2011

União Européia - primeira Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa (CSCE).


A partir de uma iniciativa dos países que faziam parte do Pacto de Varsóvia, aconteceu no dia 3 de julho de 1973, em Helsinque, a primeira Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa (CSCE). Com exceção da Albânia, estiveram presentes todas as nações europeias. Tratava-se, naquele momento, de atenuar o confronto entre os dois blocos: de um lado, a Otan e a Comunidade Econômica Europeia, e, do outro, o Pacto de Varsóvia e o Conselho para Assistência Econômica Mútua.
Enquanto na parte ocidental da Europa os países eram democracias capitalistas, no Leste Europeu eles eram comunistas ou socialistas. Sem negar as diferentes posições políticas entre os dois lados, nem julgar as posturas do outro como mera propaganda, a série de conferências que se iniciava tinha por meta contribuir para uma distensão das relações entre os países dos dois lados, contribuindo assim para a paz na Europa.
Do confronto à cooperação
Após dois anos de negociações, os países que assinaram a Ata de Helsinque, no dia 1° de agosto de 1975, garantiam a inviolabilidade de suas fronteiras, a integridade territorial, a resolução pacífica de disputas, a não-intromissão em questões internas, a renúncia ao uso da violência, a igualdade soberana, a igualdade de direitos e a autodeterminação dos povos e o respeito aos direitos humanos, incluindo as liberdades de pensamento, consciência, religião e convicção.
O que soava como um seco texto diplomático, significava, na verdade, uma reviravolta política no continente europeu: do confronto à cooperação. Os Estados que assinaram a ata abdicavam de ansiar pelo colapso alheio e de salientar a supremacia de seu próprio sistema político.
Pela primeira vez depois do fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados ocidentais aceitavam as fronteiras no continente. Isso valia também para a polêmica fronteira entre Alemanha e Polônia (a Linha Oder-Neisse), que já havia sido reconhecida pelo governo alemão no Acordo de Varsóvia.
Enquanto os países do Leste Europeu viam uma mudança política exatamente nesta parte do documento, os Estados da Europa Ocidental enfatizavam a imposição dos direitos humanos nos países do bloco socialista. Os dois aspectos contribuíram para a distensão no continente europeu. Na manhã seguinte – assim havia sido combinado em Helsinque – o teor do acordo era publicado em todos os países que assinaram a ata.
Consequências
O efeito foi enorme, pois, a partir de então, as pessoas no continente puderam ler que os direitos humanos seriam respeitados onde antes não eram e que as fronteiras dos países estariam garantidas. Mesmo que, aos olhos de vários observadores nos primeiros meses após a conferência, os países do Pacto de Varsóvia tenham sido os reais vencedores do encontro, ficou claro ao longo dos anos que a garantia de respeito aos direitos humanos no Leste Europeu era um assunto que ganharia cada vez mais relevância.
Não demorou muito para que os primeiros grupos de dissidentes dentro da Alemanha Oriental (Schwerter zu Pflugscharen) e da Polônia (Solidarnosc) começassem a fazer referência à Ata Final de Helsinque.
Também a Carta 77, assinada, entre outros dissidentes, por Vaclav Havel (1936) – que anos mais tarde viria a ser presidente da República Tcheca –, fazia referências ao fato de que o governo de seu país tinha assinado, em Helsinque, o documento em defesa do respeito aos direitos humanos. Esse compromisso impedia que os governos dos países do Leste fizessem uso de forças militares para combater os movimentos de oposição, como haviam feito em 1953 em Berlim Oriental, em 1956 na Hungria e em 1968 em Praga,  mesmo que alguns Estados do Leste Europeu tenham continuado a fazer uso da violência para silenciar os movimentos de defesa civil, a Ata Final de Hensinque foi o documento mais importante a caminho de uma Europa unida e rumo ao fim da divisão do continente.
O processo da Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa (CSCE), iniciado pelo bloco do Pacto de Varsóvia e que deveria servir para garantir a integridade dos próprios territórios, acabou contribuindo decisivamente, entre 1975 e 1990, para a derrocada do bloco oriental.
Em consequência dessa mudança geoestratégica, pôde ser posto um fim ao conflito entre Leste e Oeste, que levou a Europa, a partir do fim da Segunda Guerra, diversas vezes à beira de uma terceira guerra mundial – desta vez, uma guerra nuclear.
Autor: Matthias von Hellfeld
Revisão: Alexandre Schossler

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Simulado Recuperação 1º ano - Antiguidade Clássica, Feudalismo, absolutismo, expansão marítima, Mercantilismo e Brasil Colônia


Montei esse simulado abordando os principais assuntos que serão cobrados na prova de recuperação semestral, ou seja: Livro 1 do UNO  (páginas 11-24) e livro 2 do UNO ( páginas 3-33)
Estude os assuntos e depois resolva as questões do simulado. Após a resolução das questões o aluno terá acesso ao gabarito com alguns comentários de questões.

Um abraço e bons estudos!! Se você estudar com afinco seu sucesso será inevitavel.

http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=65452633

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Regime militar, Descolonização e Oriente médio - Simulado para a Recuperação 3º ano -


Como solicitado ai está:

Montei esse simulado abordando os principais assuntos que serão cobrados na prova de recuperação semestral, ou seja: Regime militar, descolonização, Oriente médio e seus conflitos.
Estude os assuntos e depois resolva as questões do simulado. Após a resolução das questões o aluno terá acesso ao gabarito com alguns comentários de questões.

Um abraço e bons estudos!! Se você estudar com afinco seu sucesso será inevitavel.



http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=93324337

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Simulado - 2º ano Recuperação - República Velha, Unificação Italiana, Antecedentes da PGM e Revolução Russa

Montei esse simulado abordando os principais assuntos que serão cobrados na prova de recuperação semestral, ou seja: República velha, Unificação italiana, antecedentes da Primeira Guerra Mundial e revolução Russa.
Estude os assuntos e depois resolva as questões do simulado. Após a resolução das questões o aluno terá acesso ao gabarito com alguns comentários de questões.

Um abraço e bons estudos!! Se você estudar com afinco seu sucesso será inevitavel.


 Professor Arão Alves


http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=62646425

sábado, 2 de julho de 2011

UERJ SIMULADO



Se você está estudando para o Vestibular da UERJ nada melhor do que mesclar leitura e teoria com a resolução de questões e exercícios que sigam o modelo da banca. Com o objetivo de reproduzir o momento da prova montei este simulado com 60 questões que deverão ser resolvidas em até 3 horas. Saber administrar o tempo de prova é um dos segredos para um bom desempenho em qualquer concurso.

 As questões contemplam as seguintes disciplinas: Portugues, Ingles, literatura, Quimica, biologia, Física, Matemática, História e Geografia.

Um abraço e bons estudos

professor Arão Alves

http://www.sprweb.com.br/lista/?COD=37119331


Os 17 primeiros colocados no simulado do teste 1º ano 2º bimestre


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